CONTROLAR OU NÃO O PONTO DOS FUNCIONÁRIOS ?

O profissionalismo e a transparência são requisitos básicos para todos os setores de uma empresa, devendo estar presente principalmente nas atividades cotidianas, que muitas vezes são negligenciadas. A entrada do funcionário no ambiente de trabalho indica o começo de sua jornada, a partir daí serão realizadas as ações, tarefas e processos que estruturam a empresa.

Por isso, é importante ter um controle adequado do registro do horário de trabalho dos funcionários. E a melhor forma de fazer isso é utilizando um modo padronizado e em conformidade com a lei.

O horário de entrada e saída dos colaboradores em ambientes de trabalho é geralmente combinado durante a contratação, e o número de horas previsto no contrato é indicado na carteira de trabalho. Apesar da lei não exigir a adoção de procedimentos especiais em estabelecimentos de até 10 trabalhadores, é fundamental manter um controle rigoroso para proteger tanto os empregadores quanto os empregados em instituições de todos os portes.

Neste post, vamos falar um pouco sobre a importância do registro do horário de trabalho e também apresentaremos uma solução de automatização do processo, o registrador eletrônico de ponto (REP).

Importância do registro correto de horário de trabalho

De uma maneira crua, a empresa paga ao trabalhador por uma quantidade de tempo de sua vida. Dessa maneira, é natural que o controle sobre essa “troca” seja o mais rigoroso possível. O registro correto evita problemas comuns em empresas, como discussões sobre horas extras, registro de banco de horas e problemas judiciais trabalhistas.

A responsabilidade e o ônus da fiscalização bem como o controle da frequência do trabalhador é do empregador (que possua mais de 10 empregados), conforme o art. 74, § 2º, da CLT. A forma de controle, no entanto, é de livre escolha do empregador, podendo existir até mesmo mais de um modo dentro da mesma empresa: manual, mecânico ou eletrônico.

Manual, mecânico ou eletrônico?

O registro manual, em um livro ou folha de ponto, é simples e barato, mas pode ser extremamente trabalhoso para um gestor. Preencher diversas tabelas e analisar dados manuscritos de diferentes equipes e pessoas exige tempo e dedicação.

No caso do ponto mecânico, ou cartográfico, o trabalhador insere o seu cartão no relógio, que, então, imprime o horário de entrada ou saída. Apesar da maior praticidade, ainda é necessário um controle manual dos cartões para fazer cálculos e verificações de horas trabalhadas, horas extras, ausências, etc.

Analisar, transcrever e reunir informações é um trabalho gigante e com alto risco de erros, falhas, fraudes e alterações. Em questões judiciais, esses dois tipos de registros podem dificultar a investigação ou até mesmo serem rejeitados como provas.

Além disso, um controle de ponto ineficiente dificulta a fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), levando a autuações e prejudicando a contribuição com a previdência, imposto de renda e FGTS.

No entanto, um relógio de ponto automatizado não só facilita a gestão de dados e controle mas também fornece maior segurança tanto para a empresa quanto para o colaborador. Essa modalidade de controle evita a possibilidade de fraude ou alteração de informações referentes às jornadas de trabalho.

Sendo assim, convém mencionar as diversas vantagens trazidas pela utilização de um ponto eletrônico.

Vantagens e facilidades do ponto eletrônico

Um registrador eletrônico de ponto, ou REP, possui todas as funcionalidades do relógio de ponto tradicional somadas às possibilidades de interação com softwares, aplicativos e dispositivos. O REP faz a identificação do usuário – seja por leitura biométrica, cartão de proximidade ou senha – registra sua hora de entrada/saída e emite um comprovante.

Para quem deseja utilizar ponto eletrônico, é necessário adquirir um equipamento homologado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, como prevê a portaria 1.510, publicada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em agosto de 2009.

Os benefícios da utilização do REP são inúmeros: aumento da confiança entre empregador e trabalhador, agilidade no processamento de dados por parte da equipe de RH e maior segurança, garantindo evidências precisas das horas de trabalho e protegendo ambas as partes em possíveis disputas trabalhistas.

No que se refere a pontos eletrônicos, podemos mencionar a solução da Pacto. Entre os diferenciais do produto estão o controle de diversas filiais em um único sistema, integração com bancos de dados da empresa, cálculo de horas extras, relatórios de frequência e outras funcionalidades.

Vale reforçar que os benefícios da adoção de um sistema eficaz de controle do horário de trabalho não são exclusivos de empresas grandes, mas também otimizam os processos de pequenas e médias empresas.

Continue acessando nosso blog para saber mais sobre soluções modernas para academias, escolas, clubes e empresas em geral.

SUPERMERCADOS: COMO EVITAR PERDAS E OTIMIZAR PROCESSOS?

Podendo ter várias fontes de origem, o desperdício que acontece em qualquer negócio diminui as margens de lucro e deixa a empresa com resultados piores do que poderia ter se algumas precauções fossem tomadas, e em um supermercado de bairro, não é diferente.

Afetando todo tipo de negócio, estas perdas, se forem muito recorrentes e em quantidades mais altas, podem até mesmo ameaçar a sobrevivência da empresa.

Para combater situações mais complicadas no seu supermercado de bairro, separamos algumas informações importantes sobre o tema. Assim vai ficar mais fácil identificar a origem das perdas de mercadorias e saber como tratar o assunto.

Os tipos de perdas mais comuns

Entre as perdas mais comuns, podemos destacar 4 tipos que são enfrentados por todo supermercado de bairro e que devem ser o foco de atenção de gerentes, supervisores e donos destes estabelecimentos.

Quebras

Quebras são danos ou avarias que acontecem normalmente no dia a dia. Geralmente estão ligadas à forma de manipulação dos produtos. Em alguns casos, elas podem acontecer no momento em que os itens são descarregados. Em outros, estão relacionadas à forma de estocagem e também há aqueles em que os próprios clientes que ao manipularem os itens dentro do supermercado acabam danificando a mercadoria.

Ainda que não esteja totalmente danificado, um produto acaba não sendo mais vendido se houver alguma avaria. Uma fruta ou legume, por exemplo, que fique amassado não irá mais para a cesta de compras de ninguém.

Produtos vencidos

Um produto que expira o seu prazo de validade é uma perda que não há como ser remediada. Além de poder causar problemas à saúde dos clientes, a sua venda não pode ser permitida, fazendo com que ele seja descartado.

Outro ponto importante é a questão da contaminação. Um alimento vencido precisa ser rapidamente jogado fora para que não ameace outros que estejam por perto.

Furtos

Normalmente acontecendo em pequenas quantidades. Os furtos podem somar um prejuízo considerável. É importante lembrar que não se trata somente de casos em que um consumidor acaba levando algo sem pagar.

Em algumas situações, os próprios funcionários podem estar lesando o estabelecimento. Independentemente do motivo, esse é um assunto que merece bastante atenção, pois normalmente quem furta uma vez, cedo ou tarde irá fazer de novo.

Deteriorações

Diferentemente dos casos de perda de mercadorias por uma questão de prazo de validade, quando falamos de deterioração, consideramos que os produtos estejam estragando mesmo que ainda sem estarem vencidos.

As causas mais comuns desse tipo de perda são o acondicionamento feito de forma irregular, seja no estoque ou nas gôndolas, a falta de controle contra insetos e outras pragas, ou ainda o descuido no manuseio, geralmente, advindo dos próprios funcionários.

Como evitar e diminuir as perdas

Depois que entendemos melhor quais são os principais tipos de perdas que acontecem no seu supermercado de bairro, é hora de identificarmos as formas mais eficientes de resolver o problema. Algumas delas podem ajudar em mais de um dos casos de desperdício. Por isso, é importante conferir e colocar em prática todas elas.

Apoio tecnológico

Foi-se a época em que bons sistemas de tecnologia eram coisas só de empresas de grande porte. Hoje, existem opções bem interessantes para todo o tipo de negócio.

No caso dos supermercados, uma solução que ajuda bastante no controle de perdas, e também na hora de fazer uma gestão mais profissional do negócio, é a automação voltada para o controle de estoque. Tendo um processo mais bem controlado, o negócio minimiza as perdas e também evita erros que normalmente são ocasionados quando o controle é mais manual.

Investimento em segurança

Além de evitar os furtos, um bom sistema de segurança também é uma opção interessante quando o assunto é a manipulação de produtos feita pelos funcionários.

Com um sistema de câmeras, o dono do negócio consegue monitorar quem anda levando para casa alguns itens pelos quais não pagou, mas também vê se o seu pessoal está tendo cuidado na hora de manipular os produtos.

Treinamento dos funcionários

Ainda que muito do dinheiro do supermercado esteja empregado no estoque e na manutenção do estabelecimento, os principais responsáveis por manter tudo funcionando direito são as pessoas. Por isso, é tão importante ter uma equipe bem treinada.

Os seus funcionários devem receber orientações constantes. É muito importante que eles entendam como cada coisa precisa ser feita e também o motivo. Dessa forma, eles poderão ajudar a tocar o negócio tornando a empresa mais lucrativa, e garantindo mais segurança e estabilidade para os próprios empregos.

Atualização de inventário

Ter controles automatizados, como já falamos, é fundamental para conseguir fazer com que o supermercado diminua as suas perdas e consiga fazer com que o empreendedor tenha boas margens de ganhos.

Ainda assim, é preciso conferir de tempos em tempos se o inventário está de acordo com os números. De forma, ao ajudar o seu supermercado de bairro a ter este mapeamento atualizado, crie uma programação para a conferência dos produtos. Estabeleça um prazo para que seja feita a conferência e, para garantir que este processo esteja sendo realizado de forma adequada, vez ou outra, acompanhe esta conferência.

Rotinas de trabalho

Se uma mesma tarefa é feita de várias formas diferentes, cada vez que é realizada, possivelmente, os resultados também serão bem variados. É muito importante criar rotinas de trabalho bem estruturadas e que possam garantir sempre que o seu investimento esteja sendo administrado de forma adequada.

Para cada processo interno, veja qual é a maneira mais adequada de ser feito. Depois disso, converse com o seu pessoal para que eles entendam exatamente qual a ordem e como as coisas precisam ser feitas. Acompanhe o desempenho da equipe e vá fazendo as correções necessárias. Assim, você cria uma cultura de trabalho que favorece a empresa e consegue evitar ter perdas no dia a dia.

Seguindo estas dicas e contando sempre com a tecnologia, o seu supermercado de bairro terá grandes chances de apurar consideráveis reduções de desperdícios. Além de ter melhores resultados financeiros, conseguirá fidelizar mais clientes oferecendo itens de qualidade e apresentáveis.

SAIBA COMO ESCOLHER UM BOM SOFTWARE DE GESTÃO PARA LOJAS!

Não importa se estamos falando de um pequeno negócio, como um simples quiosque na praia, ou uma multinacional. Independentemente do tamanho da empresa, o fato é que a tecnologia deve ser encarada como uma parte integrante dos processos internos. Só assim é possível garantir a competitividade em um mercado cada vez mais agressivo.

Que a tecnologia é indispensável, todo empreendedor que se leve a sério já sabe, mas a pergunta que fica é a seguinte: Como escolher um bom software de gestão para lojas? Neste post vamos responder essa questão, então continue acompanhando para que você faça a melhor escolha possível na sua empresa!

Avalie o preço

É claro que o preço é um dos primeiros pontos que o gestor procura levar em consideração quando pretende adotar um software de gestão para lojas. Acontece que, embora esse seja, sim, um fator que deve ser levado em conta, o fato é que devemos tomar cuidado para avaliar o custo-benefício do produto, e não apenas o preço.

Existem muitos elefantes brancos no mercado, desenhados para grandes empresas e repaginados para os pequenos negócios, por exemplo. Ou, ainda, softwares genéricos que procuram atender todo o tipo de empresa. O ideal é buscar uma solução que atenda justamente as suas necessidades para, só então, pensar no preço. Esse é o assunto que veremos em seguida.

Pense nas funcionalidades

Nossa próxima dica para que você faça uma boa escolha é avaliar as funcionalidades, fugindo dos já mencionados elefantes brancos. Afinal de contas, a adoção de um software de gestão tem como principal objetivo sanar problemas ligados aos processos internos da sua empresa, certo? Não existe uma resposta genérica que atenda todas as necessidades.

Por isso, o varejista deve sempre procurar uma solução que contemple a sua área de atuação, como foco na gestão financeira, na gestão de estoques e também na gestão da clientela. Assim, pode otimizar todos os processos internos e reverter tudo isso em qualidade.

Busque a segurança

É inegável que os softwares de gestão armazenam diariamente informações relevantes sobre o seu negócio, tanto do ponto de vista financeiro quanto do ponto de vista estratégico. Por isso, o gestor precisa controlar o fluxo de informações internas.

Ao avaliar qual será o tipo de solução que você adotará na sua empresa, portanto, descubra quais são as opções de segurança oferecidas pela empresa fornecedora. Quanto melhor for o controle do acesso, por exemplo, mais seguro será o software escolhido para a sua empresa.

Considere a integração

Por fim, é fundamental que o software de gestão para lojas escolhido para a sua empresa facilite o fluxo de dados internamente, permitindo a integração entre os mais diversos setores da organização. Assim, todos trabalham com os mesmos dados, o que permite a coesão durante a tomada de decisão na empresa.

É importante destacar que a integração é fundamental para que as decisões sejam tomadas rapidamente. Por isso, um software online, por exemplo, é uma excelente pedida, já que é possível coletar os dados em tempo real de qualquer lugar.

Pensando em adotar um software de gestão para lojas? Então entre no nosso site e conheça as nossas soluções!

ATENÇÃO EMPRESÁRIO! VOCÊ TEM ATÉ DIA 31 DE DEZEMBRO PARA REALIZAR A TROCA DA SUA IMPRESSORA FISCAL!

Ainda meio desconhecida em Goiás, a Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica ou NFC-e foi lançada oficialmente no dia 14 de julho pela receita estadual.

Mas o que você tem a ver com isto? Bem se você tem uma empresa que já emite cupom fiscal ou não, eu te respondo, tudo a ver! Antes de entrarmos nestes detalhes é importante entender o que efetivamente é a nota fiscal do consumidor eletrônica.

Na verdade, o modelo 65 ou NFC-e faz parte de um conjunto de normas que se iniciou lá atrás com o sistema de escrituração fiscal. Com certeza você já ouviu falar, ou mesmo emite, a Nota Fiscal Eletrônica, Sped Fiscal, Sped Contábil e agora a NFC-e.

A Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e) em Goiás, é simplesmente a versão moderna do cupom fiscal. É um avanço no sistema de informatização entre a relação do fisco e o contribuinte (você). Como na nota fiscal eletrônica convencional, com a NFC-e você também terá um prazo para informar a venda para o governo. Em poucas palavras será assim, vendeu, emitiu a NFC-e o governo será informado.

No caso do ECF – cupom fiscal – era necessário o uso de uma impressora especial, que gravava todas as vendas em uma memória interna chamada MFD (Memória Fita Detalhe), deveriam ser enviados ao contador as reduções Z (fechamentos de caixa impressos) que são emitidas no final do dia e/ou em alguns casos também um relatório fiscal chamado cat-52, arquivo digital, gerado pela própria impressora. Isto chegava na contabilidade e imediatamente alguém iniciava a digitação e importação destes relatórios para gerar um outro arquivo digital juntamente com outras informações contábeis dentro, chamado de Sintegra.

Com advento no Nfc-e isto acontecerá de uma forma mais transparente e tranquila, tanto para o contribuinte quando para a contabilidade, visto que agora tudo será arquivo digital.

Qual a vantagem de se adaptar a esta nova tecnologia para você, contribuinte?

Se você já tem uma impressora fiscal e é optante pelo simples você terá um limite para se adaptar, o prazo concedido é até 31 de dezembro de 2017. Será esta a data limite para você cessar o seu equipamento de cupom fiscal, a sua impressora fiscal (ECF). E ressaltando que a partir de 01 de janeiro de 2018 será obrigatório utilizar a NFC-e.

Caso você não ainda tenha impressora fiscal, recomendo fortemente que você procure se adaptar imediatamente a NFC-e, pois, além da diferença de preços entre as impressoras serem acima de R$ 1.200,00, você já estará de acordo com as novas exigências e não terá que se preocupar tão cedo com essas mudanças que causam tanto impacto e necessitam de investimento que somos obrigados a seguir.

Qual a data limite para se adaptar?

CNAE

Data limite

4731-8/00 – Comércio varejista de combustíveis para veículos automotores

01 de janeiro de 2017

4732-6/00 – Comércio varejista de lubrificantes

01 de janeiro de 2017

Contribuintes inscritos no CCE ( Cadastro de Contribuintes do Estado )

01 de janeiro de 2017

Todos os outros contribuintes, exceto optantes pelo simples

01 de julho de 2017

Todos os outros contribuintes, optantes pelo simples

01 de janeiro de 2018

Uma outra informação extremamente relevante é o prazo para a cessação da impressora fiscal. Antes de falar dele você deve estar se perguntando, o que é cessar uma impressora fiscal?

É efetivamente fazer com que ela seja inutilizada, ou não esteja apta, para a impressão de novos cupons fiscais. Para que isto aconteça existe um procedimento específico.

A data limite para solicitar a cessação da impressora fiscal é 31 de janeiro de 2018, ou seja, independentemente do seu CNAE, sé é optante pelo simples ou não você deve se planejar e o seu limite é este.

Ah sim, antes que eu esqueça se você por acaso emita manualmente a nota fiscal, modelo A ou 1-A e também as notas fiscais ao consumidor modelo 2, e tem no seu comércio a impressora fiscal ou não – obrigatoriamente você terá mais cedo ou tarde que se adaptar à Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica em Goiás. Quando isto acontecer você não poderá mais usar os seus blocos antigos. As notas e os blocos soltos ou notas contínuas ainda disponíveis deverão ser apresentados em 30 dias corridos à delegacia regional de fiscalização da sua circunscrição.

Para mais detalhes sobre a lei que exige o uso da Nfc-e a partir de janeiro de 2018, clique AQUI.

 

Novo ransomware (Vírus) está causando problemas na Europa e nos Estados Unidos

Um novo ataque de ransomware chamado de “Bad Rabbit” está varrendo a Rússia e a Ucrânia, entre outros países do Leste Europeu, de acordo com várias notícias locais.

Ainda é cedo demais para dizer o alcance do ataque ou todos que foram atingidos até agora, mas uma série de relatos de ataques à infraestrutura e ao transporte ucranianos fizeram soar os alarmes.

A firma de cibersegurança russa Group-IB relata que pelo menos três veículos de imprensa russos foram atacados, contando também “instituições estatais e objetos estratégicos na Ucrânia como vítimas”. A firma contou à Motherboard que um aeroporto em Odessa, o metrô de Kiev e o ministério da Infraestrutura da Ucrânia foram todos afetados por um “novo ciberataque em massa”.

A agência de notícias russa Interfax anunciou no Twitter que estava trabalhando para restaurar seus sistemas depois de os hackers derrubarem seus servidores.

Uma vez infectadas, as vítimas eram redirecionadas a um site escondido por Tor em que um resgate de 0,05 bitcoins (cerca de R$ 911 na cotação atual) era exigido. Se não for pago dentro de aproximadamente 40 horas, o custo para descriptografar os dados perdidos aumenta. A mensagem de resgate, em fonte vermelha sobre um fundo preto, parece ser similar àquela usada nos ataques do NotPetya em junho deste ano.

De acordo com a Kaspersky Lab, de Moscou, as infecções de Bad Rabbit foram detectadas também na Turquia e na Alemanha. “Baseado em nossa investigação, esse é um ataque direcionado contra redes corporativas, usando métodos parecidos àqueles usados no ataque do [NotPetya]”, afirmou a empresa. “Entretanto, não podemos confirmar que ele esteja relacionado ao NotPetya. Vamos continuar nossa investigação.”

A firma de cibersegurança eslovaca ESET disse em um post de blog que o ataque aos sistemas do metrô de Kiev foram uma variante do ransomware Petya, no qual o NotPetya também foi baseado — embora o NotPetya tenha sido determinado posteriormente como um malware wiper, projetado para danificar dados permanentemente, e não coletar resgates.

De acordo com a ESET, o ataque também se espalhou pela Bulgária e outros países.

O Bad Rabbit se espalhou para a Polônia e a Coreia do Sul. A US-CERT aconselhou que aqueles infectados não paguem o resgate, dizendo que “não garante que o acesso será restaurado”. Em um comunicado, o vice-presidente da CrowdStrike, Adam Meyers, disse que as infecções parecer ter surgido do site russo argumentiru.com, de notícias e fofocas de celebridade.

Apesar dos rumores, a Talos relata que não há sinal do Bad Rabbit estar usando a brecha do EternalBlue anteriormente usada pelo WannaCry.

Descubra as vantagens de se utilizar o TEF

Você já se perguntou alguma vez como funcionam as máquinas de cartão dos estabelecimentos comerciais? Como uma empresa recebe o dinheiro de todas as vendas mensais realizadas?

Primeiramente, o correto não seria chamar de “maquininhas de cartão”, porque por mais que visualmente estas máquinas sejam todas parecidas, existem diferenças drásticas por trás do  sistema de funcionamento de cada uma delas.

Por exemplo, existe o TEF (Transferência Eletrônica de Fundos) e existe o POS (Point of Sale), ambos possuem modalidades, normas, limites e mensalidades, mas as vantagens que o TEF oferece em relação ao POS são evidentemente significativas.

Como funciona o TEF?

É comum que as pessoas não saibam a diferença entre TEF e POS, pois para elas o que conta é a pinpad (a maquininha de cartão). O TEF é um sistema que faz a captação de todas as transações financeiras realizadas no pinpad e através da internet as envia para a rede adquirente para que sejam computadas.

O software instalado no computador do estabelecimento comercial juntamente aos pinpads conectados aos caixas concretizam as vendas, mas é o TEF que faz a conexão entre o sistema do banco ou financeira do cartão e a conta do estabelecimento.

Principais vantagens do TEF

Aceita grande variedade de bandeiras

O TEF tem a vantagem de trabalhar com uma vasta variedade de bandeiras, fator que faz com que haja uma abrangência maior de consumidores. Perder vendas porque o estabelecimento não aceita uma determinada bandeira de cartão, nunca mais.

É economicamente mais viável

No POS, normalmente é necessário pagar uma mensalidade para cada máquina no estabelecimento além de uma taxa previamente negociada por cada transação realizada, no TEF a mensalidade é inexistente.

Mais segurança e agilidade ao estabelecimento

As vendas podem ser realizadas de forma mais rápida e descomplicada. Como o pinpad esta conectado ao software que efetua a venda, os dados da venda não precisam ser informados novamente, o que torna o processo mais agil e seguro, não dando margem para erros operacionais.

Gestão financeira organizada

Com o TEF, independente de quantos pinpads estejam operando diariamente em sua empresa, todas as transações serão registradas em um mesmo sistema, o que evita que aconteçam falhas na contabilidade.
Diferente do modelo POS, onde as maquinas são mono-adquirentes e é necessário somar todas as notas de cada máquina para efetuar o fechamento do caixa.

Petya – O novo Ransomware que está deixando os donos de empresas preocupados

O ransomware é um tipo de malware que sequestra o computador da vítima e cobra um valor em dinheiro pelo resgate, geralmente usando a moeda virtual bitcoin, que torna quase impossível rastrear o criminoso que pode vir a receber o valor. Este tipo de “vírus sequestrador” age codificando os dados do sistema operacional de forma com que o usuário não tenha mais acesso.

Nesta semana um ransomware conhecido como Petya aparentemente ressurgiu para afetar sistemas de informática em toda a Europa, causando problemas principalmente na Ucrânia, Rússia, Reino Unido, Espanha e França, informou na terça-feira (27) uma agência de tecnologia da informação do governo suíço, Symantec. Empresas de segurança, no entanto, afirmam que é cedo para apontar o malware como o gerador da instabilidade.

A empresa desenvolvedora de antivírus Kaspersky Lab realizou um comunicado sobre o assunto falando um pouco sobre o ocorrido e explicando como as pessoas podem se proteger deste ransomware:

“Informamos que no dia de ontem (27 de Junho), recebemos a informação sobre uma nova onda de ataques de ransomware global.  Nossas análises iniciais sugerem que não se trata de uma variante do ransomware Petya, como está sendo informado publicamente, na verdade trata-se de um novo ransomware não visto antes.  Apesar de possuir sequências similares ao Petya, tem funcionalidades completamente distintas.  Estamos chamando este novo ransomware de ExPetr. ”

Recomendamos que todas as empresas tenham um backup adequado e oportuno de seus dados pode ser usado para restaurar arquivos originais caso aconteça um evento de perda de dados.

Alguns sites conhecidos como o G1(Globo) e Tecmundo, também realizaram posts alertando sobre o assunto, e apesar de toda esta repercussão nenhum de nossos clientes ainda foi afetado pelo ransomware e para que continuemos com estas estatísticas pedimos para que sigam todos os procedimentos de segurança tanto com computador quanto o do backup.

Link para o post do Tecmundo: https://www.tecmundo.com.br/ataque-hacker/118368-ransomwares-petya-cryptolocker-variantes-wannacry-atacam-europa.htm

Link para o post do G1: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/petya-virus-de-resgate-pode-estar-por-tras-de-novo-ataque-cibernetico-na-europa.ghtml