CONFIRA 4 FILMES QUE TODO DONO DE RESTAURANTE DEVERIA ASSISTIR!

Dentro do universo cinematográfico, é possível vivenciar diversas histórias, algumas delas inclusive baseadas em fatos reais. Um filme é uma excelente forma de comunicação e de entretenimento, capaz de influenciar os espectadores, gerando ideias e aprendizados por meio dessas produções. Pensando nisso, separamos uma lista de filmes seletos de gastronomia que todo dono de restaurante deveria assistir para se inspirar e melhorar seus negócios!

1. Como um Chef

Se você é do tipo de espectador que aprecia uma boa comédia, então você precisa assistir a essa produção cinematográfica.

O filme conta a história de Jacky Bonnot (Michaël Youn), um talentoso chef de cozinha amador de 32 anos, que sonha em ser reconhecido pelo seu trabalho e ser dono de um excelente restaurante, porém, devido sua situação financeira, se ver obrigado a aceitar pequenos trabalhos temporários para se manter.

O sonho se mostra cada vez mais distante, até que a sorte do cozinheiro muda e ele conhece o renomado chef gastronômico Alexandre Lagarde (Jean Reno), dono de uma rede de restaurantes, cuja estabilidade está ameaçada pelo grupo financeiro que gerencia seus negócios.

O filme retrata de forma cômica as dificuldades do relacionamento do grande chef renomado com seu mais novo aprendiz, além dos problemas na conciliação da profissão com âmbito familiar.

Trazendo para o contexto real, podemos tirar como lição a importância do relacionamento com a equipe de trabalho e de conhecer as necessidades demandadas pelo mercado. Na trama, é exposto que o grande chef estava se tornando “obsoleto” devido aos modelos tradicionais e preparo de suas receitas, mas com seu ajudante talentoso, consegue reinventar seu estilo de culinária surpreendendo a todos os críticos, aumentando suas oportunidades de vendas.

Além disso, podemos observar a importância do apoio familiar para o sucesso dos negócios, não sendo uma regra, mas contando como um grande suporte.

2. Chef

O filme conta a história de Carl Casper (Jon Favreau), um chefe executivo de um famoso restaurante, que depois de perder o emprego por problemas na gerência, decide seguir por um novo caminho: abrir um food truck, para recuperar seu instinto criativo e ao mesmo tempo se aproximar da sua família.

O filme retrata as dificuldades enfrentadas pelo chef de cozinha no trabalho, que após ser demitido procura dar a volta por cima empreendendo em um food truck, numa aventura com sua família, trabalhando com o que mais gosta e com as pessoas que ama.

Trazendo para o contexto do mercado de food services, especialistas afirmam que o modelo de negócio sobre rodas já não é mais uma novidade, pois as pessoas já conhecem a proposta de negócio. No entanto, esse mercado apresenta diversas possibilidades de crescimento e de reinvenção, o que garante a sua permanência.

Se você pensa em empreender no segmento de food services, então esse filme é ideal para você.

3. Julie & Julia

O filme, baseado na história de vida real de Julie Powel e Julia Child, conta sobre o drama vivenciado por Julie, uma publicitária, que por estar entediada de sua vida, resolveu fazer em 365 dias, todas as 524 receitas do famoso livro: “Mastering the Art of French Cooking”, escrito por Julia Child. Julie, ainda cria um blog, onde conversa com seus leitores sobre os sucessos e fracassos ao longo das tentativas.

O filme ainda traz a história de vida de Julia Child, que desafiando o mercado machista da época, foi estudar na França, na famosa escola Le Cordon Bleu, e conseguiu traduzir e desmistificar todas as receitas tradicionais, e posteriormente disseminar a culinária francesa pelos EUA.

Se você é apaixonado pela gastronomia e tem interesse em saber mais sobre a culinária francesa, então assista a este filme e aproveite o misto de comédia e drama, que certamente irá lhe trazer novas inspirações.

4. Pegando Fogo 

O filme conta a história do famoso chef Adam (Bradley Cooper), que era um dos mais respeitados de Paris, até seu problema com álcool e drogas destruir sua carreira.

A paixão pela culinária fala mais forte do que todos os problemas, e Adam resolve mudar de vida, conseguir seus clientes e boa fama de volta. O filme é cheio de paixão e devoção, mostrando que para quem ama a cozinha e a culinária, toda dor e sofrimento vale a pena.

Este filme retrata a história de superação de um egocêntrico chef de cozinha que preza acima de tudo pela qualidade nos preparos de suas receitas, e tem a carreira de sucesso arruinada por problemas com vícios.

Trazendo para o contexto real, podemos tirar de aprendizado o valor da autoconfiança na gestão dos negócios. Toma decisões em uma empresa pode definir o sucesso ou o fracasso, sendo uma tarefa extremamente complexa, principalmente diante do mercado competitivo de food services, e por isso, ter conhecimento de mercado, aliado às competências para controlar a empresa é fundamental para o alcance dos objetivos.

REDES SOCIAIS PARA SUPERMERCADOS: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER

Você quer atrair mais clientes para o seu estabelecimento e deseja vender mais. Essa não é uma tarefa fácil, mas esse objetivo pode ser conquistado com as redes sociais para supermercados.

Investir no marketing digital é uma boa estratégia, independentemente do tamanho ou do porte do seu negócio. Ao atuar especificamente nas redes sociais, você consegue atrair a nova geração de clientes e se destacar da concorrência.

No post de hoje, vamos mostrar por que e como você deve apostar nas mídias sociais, de que forma escolher a mais adequada para a sua empresa, quais são as redes mais acessadas no Brasil e de que maneira você pode se relacionar com o seu público-alvo.

Quer entender sobre esse assunto? Leia tudo o que você precisa saber e aproveite as dicas!

Qual é a importância da presença digital?

A comercialização de alimentos é um bom negócio porque todas as pessoas precisam se sustentar, mesmo em épocas de crise. Mas a concorrência cada vez mais acirrada nesse segmento exige que os empreendedores tomem decisões a fim de se destacarem. Uma opção é a aposta na presença digital.

Estar presente no mundo digital não significa necessariamente abrir um e-commerce. É ter um site, um blog, perfis nas redes sociais etc. Nosso foco neste post são as fanpages e perfis nas mídias sociais.

De acordo com a pesquisa Social Media Trends 2017, 92,1% das empresas já adotam as mídias sociais como parte de sua estratégia. O maior motivo que justifica a utilização desse canal é a visibilidade online (83,2%) e a interação com o público (63,2%).

Os principais benefícios apontados pelos empreendedores pesquisados foram:

  • Divulgação da marca: 77,4%;

  • Engajamento com a audiência: 63,2%;

  • Aumento de tráfego no blog/site: 50,3%;

  • Elevação das vendas e do número de clientes: 48,5%.

Mesmo assim, existe uma boa parte das organizações que ainda não atua nas redes sociais. Muitas vezes, o que acontece é que o supermercado tem um site ou página em alguma mídia social que é iniciado, mas não continuado. Por que isso acontece?

Segundo a Social Media Trends 2017, as razões são:

  • O empreendedor não tem equipe suficiente para gerenciar as mídias sociais: 27,2%;

  • O empresário não possui tempo para gerenciar: 23,5%;

  • O responsável não possui conhecimento suficiente para gerir esses canais: 11,1%;

  • O empreendedor não enxerga os resultados: 3,7%;

  • Outros motivos: 34,6%.

Como você pôde perceber, a principal justificativa para não usar as redes sociais é “outros motivos”. Essa posição deve ser revista juntamente com as outras justificativas. Sabe por quê?

A resposta é simples: estar presente no mundo digital aumenta a atração e a fidelização de clientes, principalmente se você contar com uma estratégia de social media bem executada e elaborada.

Você pode confirmar essa afirmação pelos seus próprios hábitos. Quando está pensando em comprar algo, geralmente busca na internet para verificar as opções existentes, encontrar o melhor preço e identificar as empresas mais confiáveis, certo? Se você faz isso, por que seu cliente não faria?

É por isso que as redes sociais são consideradas muito importantes por 60,6% dos empreendedores ouvidos pela Social Media Trends 2017. Por meio delas, é possível estabelecer uma relação de parceria e lealdade com os consumidores, na qual o engajamento é imperativo.

Talvez você não saiba, mas clientes engajados compram mais. Estudos do Google e da Advertising Age, divulgados pelo site Big Data Business, especificam que 9,8% dos consumidores engajados e 40,2% dos hiperengajados adquirem um produto online várias vezes por semana.

Mesmo que o seu supermercado não ofereça a possibilidade de comprar pela internet, acredite: você poderá vender mais com as redes sociais. Afinal de contas, esse mesmo levantamento do Google e da Advertising Age mostra que 29,5% dos consumidores ficam engajados e interagem mais com a marca devido à atuação nas mídias sociais.

A partir disso, você consegue mostrar para o seu público-alvo que está disponível para sanar suas dúvidas, resolver problemas e trazer informações, o que aumenta a confiabilidade do seu negócio.

Como atrair e fidelizar clientes com uma estratégia de social media?

Entender que é importante atuar nas redes sociais não é suficiente. Você também deve saber como atrair e fidelizar os consumidores por meio dessa estratégia. Existem algumas dicas bastante práticas que vão fazer a diferença no dia a dia.

Veja a seguir o que você pode fazer!

Divulgue suas ofertas diárias

Ter ofertas diárias é fundamental para qualquer supermercado. Essa é uma das maneiras mais eficazes de se diferenciar da concorrência e atrair clientes. A divulgação dos preços baixos pode ser feita pelas redes sociais, que possuem a possibilidade de alcançar um público mais amplo.

Todos os dias você pode apresentar na sua fanpage quais são as principais ofertas do seu estabelecimento. Ainda existem grupos especializados na divulgação de preços atrativos para os consumidores. Você pode aproveitá-los para atrair mais clientes para o seu supermercado.

Delimite objetivos

Fidelizar clientes antigos e conquistar novos consumidores são ações que passam pela definição de objetivos. Sem saber aonde se quer chegar, é quase impossível atingir alguma meta.

Para isso, você deve conhecer o seu público-alvo. O recomendado é fazer uma análise de público por meio de uma pesquisa de mercado. Esse levantamento pode ser divulgado na própria rede social, mas você também pode disponibilizar formulários no supermercado.

O objetivo é descobrir a classe social e a faixa etária dos clientes, os dias de maior movimento, o local em que os consumidores moram, quais são seus hábitos de consumo (por exemplo: quantas vezes por semana vão ao supermercado), entre outras informações que possam impactar a sua estratégia.

A partir disso, você pode criar campanhas voltadas para esses clientes. Por exemplo: se você descobrir que a maioria dos seus compradores tem entre 30 e 40 anos e classe social C, pode anunciar uma promoção de amaciantes ou outros produtos de limpeza.

Essa é uma maneira de atrair novos consumidores. Para fidelizar os antigos, você também pode oferecer vantagens extras, como descontos maiores em compras acima de determinado valor ou dias de promoções diferenciadas.

Divulgue seus diferenciais

Diferenciar-se da concorrência é uma estratégia bastante adequada para atrair novos clientes e fidelizar os antigos. Pense em tudo o que seus concorrentes fazem e analise seus diferenciais.

O seu público permite fazer compras pela internet ou por telefone? Oferece entrega gratuita? Possui uma entrega mais rápida? Todos esses itens podem fazer a diferença para o seu negócio.

Você também pode criar cupons de desconto ou cartão de fidelidade e agregar serviços, como salão de beleza, floricultura, restaurante, lanchonete etc. Divulgue todas essas ações nas redes sociais e deixe claro que o seu estabelecimento sempre busca melhorar para os consumidores.

Apresente os bastidores

Apresentar o que acontece por trás do caixa e das prateleiras é uma maneira de mostrar ao cliente que o seu supermercado foca no serviço de qualidade e no bom atendimento. Isso também ajuda a fazer o seu empreendimento ficar mais próximo do público.

Você deve mostrar o dia a dia. Não precisa criar imagens ou situações. Coisas simples, como os legumes, frutas e verduras chegando são suficientes para indicar a qualidade do serviço. Lembre-se de exibir os funcionários trabalhando felizes, ou tomando aquele café na hora do intervalo, e de apresentar os fornecedores.

O ideal é que a foto tenha boa qualidade e iluminação. O texto que acompanha a imagem pode ser curto, pois a ideia é deixar o público mais próximo da sua empresa.

Invista em anúncios patrocinados

Aplicar algum valor em anúncios patrocinados ajuda a atrair mais clientes em menos tempo. Criando esse tipo de mensagem para o seu supermercado, você pode definir para quem e em quais dias e horários ela deve aparecer.

A campanha pode, por exemplo, ter delimitado que o público-alvo são pessoas que moram na cidade X e têm entre 30 e 40 anos. Esse anúncio também pode aparecer nas segundas, quartas e sextas às 10h, 14h e 18h, conforme as promoções que você estabelecer no supermercado.

Assim, você tem uma ação mais eficiente e objetiva, que terá mais assertividade e tenderá a trazer um retorno mais positivo.

Faça publicações regulares

Ter popularidade e engajamento nos posts das redes sociais é um dos fatores principais de uma estratégia. Para conseguir isso, é necessário publicar com regularidade, chamando a atenção dos clientes e fazendo-os esperar pelo próximo post.

Você deve postar pelo menos uma vez por dia e pode fazer até três publicações na mesma data. Mais do que isso pode ser chato e ter o efeito contrário, ou seja, o consumidor pode desistir de curtir a sua página pelo excesso de posts.

Recomenda-se ainda que você explore todos os recursos possíveis, como textos, vídeos e fotos. O objetivo é atrair mais pessoas para a sua página, que podem se tornar clientes do seu supermercado. Nesse sentido, as fotos são fundamentais para os consumidores verem a sua publicação e serem atraídos por elas.

Cuidado com os erros de português e não minta sobre algum aspecto do negócio. Também não se deve falar mal da concorrência e ser grosseiro com o público, mesmo quando ele fizer alguma reclamação.

Você deve se mostrar sempre disponível e reconhecer quando algum erro foi cometido. Isso aumenta as suas chances de sucesso.

Aproveite os memes

Brincar com os consumidores na sua página é bastante interessante. Você pode aproveitar os memes do momento para criar posts atrativos e engraçados.

Por exemplo: na época do meme “logo eu”, você poderia ter criado um post como esse: “Me falou que outro supermercado tinha preços baixos…logo eu, que sou o campeão das ofertas! ”.

Esse tipo de ação ajuda a engajar os clientes e os fazem se tornar fãs da marca. Também é uma forma de divulgação e fidelização dos consumidores.

Como escolher as redes sociais para supermercados?

As ações adotadas nas redes sociais devem ser condizentes com o tipo de mídia que você está utilizando. Existem diferentes canais que podem ser utilizados. A seguir, vamos listar os principais, explicando como você pode utilizá-los.

Facebook

É a rede mais utilizada no Brasil, com 97,6% de presença nas empresas, segundo a Social Media Trends 2017. O Facebook também é a mídia mais acessada no mundo, com 1,871 bilhão de usuários ativos, de acordo com a Smart Insights.

Suas principais vantagens são o poder da interação, de compartilhamento e integração. Por meio de uma fanpage, você pode postar textos, vídeos e fotos; descrever o seu negócio; interagir com seus clientes por comentários ou mensagens inbox; criar anúncios patrocinados pelo Facebook Ads; entre outras ações.

Instagram

É a segunda rede mais utilizada no Brasil, com 63,3% de presença nas empresas, mas é a sétima no mundo em total de usuários ativos, chegando a 600 milhões.

O Instagram é, na verdade, um aplicativo para smartphones totalmente gratuito. Como empresa, você pode criar um perfil e fazer suas publicações sem pagar nada.

Essa mídia tem como foco as fotos, mas também é possível inserir vídeos curtos. As imagens podem receber tratamento dos filtros existentes, e você deve colocar textos mais curtos.

Por exemplo: pode publicar uma imagem de um pote de sorvete e colocar um texto como esse: “Que tal se refrescar nesse calor? Aproveite a promoção do sorvete X por apenas R$ 15,99”.

Twitter

Está na quarta posição das redes sociais mais utilizadas no Brasil, com 44,6% de presença, e na nona colocação de usuários ativos no mundo, com 317 milhões.

A característica principal do Twitter é ser um microblog que permite publicar fotos, vídeos, textos e GIFs. Os textos devem ter até 140 caracteres. Por isso, essa mídia é mais voltada para informações rápidas.

Para os supermercados é uma boa opção, pois é possível divulgar ofertas rapidamente. A vantagem do Twitter nesse caso é que ele não tem uma limitação de postagens indicada, como especificamos no Facebook. Você pode apresentar quantas ofertas quiser.

Uma publicação possível seria, por exemplo: “Está procurando ofertas de produtos de limpeza? Confira o que preparamos para você: link”.

Por fim, é importante destacar que você deve contar com uma equipe preparada para gerir as redes sociais. O profissional especialista fará toda a gestão do conteúdo e administrará o relacionamento com os seguidores da fanpage. Outra função dele é monitorar o que está sendo falado sobre o supermercado.

Dessa forma, é possível gerar relatórios que vão subsidiar a tomada de decisão e ajudar a definir novas estratégias. Outra vantagem é permitir a descoberta de novos produtos, serviços e mercados de atuação, de acordo com as demandas dos consumidores.

Entendeu por que você deve apostar nas redes sociais para supermercados? Essa é a maneira mais eficaz de você se destacar, atrair e fidelizar clientes e divulgar suas ofertas.

 

ATENTE-SE COMERCIANTES PARA TROCA DE TRIBUTAÇÃO DE ALGUNS PRODUTOS

Prezados clientes,

Segundo Art. 1º do Decreto nº 9108, de 20 de dezembro de 2017, partir do dia 01 de Março de 2018, todos os produtos referentes a categoria de materiais para construção, materiais elétricos, ração tipo PET e autopeças devem receber alteração na tributação do ICMS de Substituição tributária para Tributado Integralmente. O prazo para este decreto era até dia 01 de janeiro de 2018, porém o mesmo foi adiado para a data de 01 de Março de 2018 conforme anunciado pela Sefaz dia 28 de Dezembro de 2017.

Segue nota realizada pela Sefaz anunciando a prorrogação e explicando sobre o decreto acima citado.

“Atenção contribuintes, a Secretaria da Fazenda informa que a exclusão das mercadorias relacionadas nos incisos do caput do art. 1º do Decreto 9.108/2017 de 20 de dezembro de 2017, da sistemática da substituição tributária pelas operações posteriores, terá sua vigência prorrogada para o dia 1º de março de 2018.

A Gerência de Orientação Tributária da Sefaz esclarece que a minuta de decreto, que promove as alterações acima, na legislação tributária estadual, está em fase de elaboração.

Entenda: O Decreto 9.108/2017 retirava da Substituição Tributária a partir do dia 1º de janeiro as seguintes mercadorias: Autopeças, material de construção, material elétrico e rações tipo PET. Contudo, houve decisão hoje (28/12) de alterar a data de vigência para exclusão das mercadorias para 1º de março de 2018. Nesse sentido, será publicado outro decreto. Os contribuintes e contadores que já alteraram seus sistemas conforme o decreto anterior, devem ajustá-los para que as referidas mercadorias continuem na Substituição Tributária a partir de janeiro.
Comunicação Setorial – Sefaz”

ENTENDA COMO VOCÊ PODE AUTOMATIZAR SUA EMPRESA DE FORMA SIMPLES!

Empreender é uma tarefa exaustiva e, se você não souber como fazer, pode ir à falência logo no início do negócio. Para que isso não aconteça, separamos 4 dicas sobre como montar uma lanchonete que farão você passar longe de qualquer crise. Conheça recursos tecnológicos feitos para salvar a vida dos empreendedores do ramo de alimentos e bebidas e alcance o sucesso que almeja muito antes do que imagina!

DIGA NÃO À COMANDA DE PAPEL

Se você está buscando por dicas sobre como montar uma lanchonete e acha que a comanda de papel é o modelo certo para você, saiba que esse não é mais um método seguro, rentável e adequado para quem quer empreender.

A comanda de papel é conhecida por ser barata e de fácil acesso, no entanto, ela não é um bom recurso para quem tem a intenção de lucrar e atender bem. Confira algumas desvantagens que a comanda de papel traz ao seu negócio e que você certamente vai querer evitar para não fracassar logo de cara:

– Ela dá margem a erros

Embora seja barata, a comanda de papel deixa seu negócio suscetível aos erros humanos, então, o barato acaba saindo caro. Imagine que você vende um sanduíche por R$15,00 e, por um erro de anotação do garçom, seu cliente recebe o pedido errado e devolve o lanche. Em um dia, seu prejuízo é de apenas R$15,00, mas, em um ano, isso equivale a R$5.475,00. Vale a pena ter esse prejuízo?

– Reduz a fluidez do atendimento 

Outra desvantagem da comanda de papel para você que está na missão “como montar uma lanchonete” é que ela é pouco prática, reduzindo a agilidade de seu atendimento. Se a sua lanchonete trabalha no esquema fast food com atendimento balcão, por exemplo, a comanda de papel gerará longas filas. E, se em sua lanchonete os clientes são atendidos pelo garçom na mesa, a capacidade de atendimento do garçom será reduzida e a correria para o terminal a fim de entregar a comanda resultará em uma demora na entrega do prato – algo bem “anti fast food”.

– Permite furos no caixa

 Esse é um assunto delicado, mas, como empreendedor, você precisa considerá-lo. Se você está buscando informações sobre como montar uma lanchonete, esteja ciente que, aonde há dinheiro, há possibilidade de fraude e os processos manuais favorecem esses furos.

AUTOMATIZE O CONTROLE DE SUAS FINANÇAS

 Para ter suas finanças na palma da mão e saber quanto sua lanchonete lucra com exatidão, é preciso ser extremamente cuidadoso, metódico e atento. Se você está na correria e não consegue dar essa atenção ao seu fluxo de caixa, saiba que a automação pode ser uma grande aliada.

Não há como montar uma lanchonete em meio ao caos financeiro, e com um fluxo de caixa integrado ao seu sistema para lanchonete, esse caos reduz drasticamente. Em lugar de utilizar uma planilha e dedicar todo o seu tempo para alimentá-la com dados, você terá metade desse trabalho executado pelo sistema, tendo que inserir apenas alguns dados manualmente. Assim, você será capaz de projetar para períodos futuros todas as entradas e saídas de seu negócio, sabendo exatamente qual será a perspectiva financeira para os próximos períodos.

DINAMIZE O DELIVERY COM O CARDÁPIO DIGITAL

Outro recurso providencial para melhorar o fluxo de atendimento de sua lanchonete é o cardápio digital. Através dele, quem tem delivery possibilita ao cliente a opções do pedido online, mas não apenas isso. Além de ofertar ao cliente uma nova forma de pedir – a que mais cresce no mundo – o gestor tem a vantagem de ter todos os pedidos recebidos através do cardápio digital integrados em seu sistema para lanchonete.

A vantagem desse recurso, é que a integração entre cardápio digital e sistema evitam que um atendente tenha que registrar o pedido no computador, por exemplo. Além disso, todos os dados do cliente armazenados no sistema podem ser usados para a implementação de ações de marketing que, futuramente, podem ajudá-lo a vender mais e melhor!

Mais vantagens do cardápio digital:

  • Possibilita da redução de funcionários de sua lanchonete;

  • Através dele, é possível alterar preços sem que haja preocupação com novas impressões;

  • Você pode programar o recebimento de seus pedidos delivery pré-determinando um perímetro de atuação.

NÃO ABRA SEM POSSIBILITAR O AUTOATENDIMENTO! 

Por fim, não dá pra falar em automação em mencionar o autoatendimento – um grande diferencial quando o assunto é lanchonete. Se você trabalha com vendas no balcão e sofre com as filas sem fim que esse tipo de atendimento ocasiona; se seus clientes tem perfil moderno e jovem e se você quer reduzir o número de atendentes do seu estabelecimento, o autoatendimento é o caminho ideal!

O autoatendimento também é feito através do cardápio digital, mas desta vez, dentro de seu estabelecimento. Dessa forma, o cliente faz o pedido através do smartphone e só precisa dirigir-se ao balcão para retirá-lo.

– Porque devo começar a atender oferecendo a opção do autoatendimento? 

Há diversas razões para começar a atender oferecendo ao cliente a opção do autoatendimento, mas a principal delas é bem simples: desbancar a concorrência. No Brasil, o autoatendimento não é popular, por isso, abrir um negócio com essa opção é um grande diferencial perante a concorrência.

As outras razões já foram mencionadas. Com o autoatendimento você pode reduzir o número de funcionários de sua lanchonete (ou realocá-los, caso não queria um déficit na equipe), atrai clientes que não vivem sem a tecnologia e muito mais!

Se interessou e quer realizar a automação de sua Lanchonete/Bar/Restaurante ? Entre contato conosco clicando aqui!

CONTROLAR OU NÃO O PONTO DOS FUNCIONÁRIOS ?

O profissionalismo e a transparência são requisitos básicos para todos os setores de uma empresa, devendo estar presente principalmente nas atividades cotidianas, que muitas vezes são negligenciadas. A entrada do funcionário no ambiente de trabalho indica o começo de sua jornada, a partir daí serão realizadas as ações, tarefas e processos que estruturam a empresa.

Por isso, é importante ter um controle adequado do registro do horário de trabalho dos funcionários. E a melhor forma de fazer isso é utilizando um modo padronizado e em conformidade com a lei.

O horário de entrada e saída dos colaboradores em ambientes de trabalho é geralmente combinado durante a contratação, e o número de horas previsto no contrato é indicado na carteira de trabalho. Apesar da lei não exigir a adoção de procedimentos especiais em estabelecimentos de até 10 trabalhadores, é fundamental manter um controle rigoroso para proteger tanto os empregadores quanto os empregados em instituições de todos os portes.

Neste post, vamos falar um pouco sobre a importância do registro do horário de trabalho e também apresentaremos uma solução de automatização do processo, o registrador eletrônico de ponto (REP).

Importância do registro correto de horário de trabalho

De uma maneira crua, a empresa paga ao trabalhador por uma quantidade de tempo de sua vida. Dessa maneira, é natural que o controle sobre essa “troca” seja o mais rigoroso possível. O registro correto evita problemas comuns em empresas, como discussões sobre horas extras, registro de banco de horas e problemas judiciais trabalhistas.

A responsabilidade e o ônus da fiscalização bem como o controle da frequência do trabalhador é do empregador (que possua mais de 10 empregados), conforme o art. 74, § 2º, da CLT. A forma de controle, no entanto, é de livre escolha do empregador, podendo existir até mesmo mais de um modo dentro da mesma empresa: manual, mecânico ou eletrônico.

Manual, mecânico ou eletrônico?

O registro manual, em um livro ou folha de ponto, é simples e barato, mas pode ser extremamente trabalhoso para um gestor. Preencher diversas tabelas e analisar dados manuscritos de diferentes equipes e pessoas exige tempo e dedicação.

No caso do ponto mecânico, ou cartográfico, o trabalhador insere o seu cartão no relógio, que, então, imprime o horário de entrada ou saída. Apesar da maior praticidade, ainda é necessário um controle manual dos cartões para fazer cálculos e verificações de horas trabalhadas, horas extras, ausências, etc.

Analisar, transcrever e reunir informações é um trabalho gigante e com alto risco de erros, falhas, fraudes e alterações. Em questões judiciais, esses dois tipos de registros podem dificultar a investigação ou até mesmo serem rejeitados como provas.

Além disso, um controle de ponto ineficiente dificulta a fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), levando a autuações e prejudicando a contribuição com a previdência, imposto de renda e FGTS.

No entanto, um relógio de ponto automatizado não só facilita a gestão de dados e controle mas também fornece maior segurança tanto para a empresa quanto para o colaborador. Essa modalidade de controle evita a possibilidade de fraude ou alteração de informações referentes às jornadas de trabalho.

Sendo assim, convém mencionar as diversas vantagens trazidas pela utilização de um ponto eletrônico.

Vantagens e facilidades do ponto eletrônico

Um registrador eletrônico de ponto, ou REP, possui todas as funcionalidades do relógio de ponto tradicional somadas às possibilidades de interação com softwares, aplicativos e dispositivos. O REP faz a identificação do usuário – seja por leitura biométrica, cartão de proximidade ou senha – registra sua hora de entrada/saída e emite um comprovante.

Para quem deseja utilizar ponto eletrônico, é necessário adquirir um equipamento homologado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, como prevê a portaria 1.510, publicada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em agosto de 2009.

Os benefícios da utilização do REP são inúmeros: aumento da confiança entre empregador e trabalhador, agilidade no processamento de dados por parte da equipe de RH e maior segurança, garantindo evidências precisas das horas de trabalho e protegendo ambas as partes em possíveis disputas trabalhistas.

No que se refere a pontos eletrônicos, podemos mencionar a solução da Pacto. Entre os diferenciais do produto estão o controle de diversas filiais em um único sistema, integração com bancos de dados da empresa, cálculo de horas extras, relatórios de frequência e outras funcionalidades.

Vale reforçar que os benefícios da adoção de um sistema eficaz de controle do horário de trabalho não são exclusivos de empresas grandes, mas também otimizam os processos de pequenas e médias empresas.

Continue acessando nosso blog para saber mais sobre soluções modernas para academias, escolas, clubes e empresas em geral.

SUPERMERCADOS: COMO EVITAR PERDAS E OTIMIZAR PROCESSOS?

Podendo ter várias fontes de origem, o desperdício que acontece em qualquer negócio diminui as margens de lucro e deixa a empresa com resultados piores do que poderia ter se algumas precauções fossem tomadas, e em um supermercado de bairro, não é diferente.

Afetando todo tipo de negócio, estas perdas, se forem muito recorrentes e em quantidades mais altas, podem até mesmo ameaçar a sobrevivência da empresa.

Para combater situações mais complicadas no seu supermercado de bairro, separamos algumas informações importantes sobre o tema. Assim vai ficar mais fácil identificar a origem das perdas de mercadorias e saber como tratar o assunto.

Os tipos de perdas mais comuns

Entre as perdas mais comuns, podemos destacar 4 tipos que são enfrentados por todo supermercado de bairro e que devem ser o foco de atenção de gerentes, supervisores e donos destes estabelecimentos.

Quebras

Quebras são danos ou avarias que acontecem normalmente no dia a dia. Geralmente estão ligadas à forma de manipulação dos produtos. Em alguns casos, elas podem acontecer no momento em que os itens são descarregados. Em outros, estão relacionadas à forma de estocagem e também há aqueles em que os próprios clientes que ao manipularem os itens dentro do supermercado acabam danificando a mercadoria.

Ainda que não esteja totalmente danificado, um produto acaba não sendo mais vendido se houver alguma avaria. Uma fruta ou legume, por exemplo, que fique amassado não irá mais para a cesta de compras de ninguém.

Produtos vencidos

Um produto que expira o seu prazo de validade é uma perda que não há como ser remediada. Além de poder causar problemas à saúde dos clientes, a sua venda não pode ser permitida, fazendo com que ele seja descartado.

Outro ponto importante é a questão da contaminação. Um alimento vencido precisa ser rapidamente jogado fora para que não ameace outros que estejam por perto.

Furtos

Normalmente acontecendo em pequenas quantidades. Os furtos podem somar um prejuízo considerável. É importante lembrar que não se trata somente de casos em que um consumidor acaba levando algo sem pagar.

Em algumas situações, os próprios funcionários podem estar lesando o estabelecimento. Independentemente do motivo, esse é um assunto que merece bastante atenção, pois normalmente quem furta uma vez, cedo ou tarde irá fazer de novo.

Deteriorações

Diferentemente dos casos de perda de mercadorias por uma questão de prazo de validade, quando falamos de deterioração, consideramos que os produtos estejam estragando mesmo que ainda sem estarem vencidos.

As causas mais comuns desse tipo de perda são o acondicionamento feito de forma irregular, seja no estoque ou nas gôndolas, a falta de controle contra insetos e outras pragas, ou ainda o descuido no manuseio, geralmente, advindo dos próprios funcionários.

Como evitar e diminuir as perdas

Depois que entendemos melhor quais são os principais tipos de perdas que acontecem no seu supermercado de bairro, é hora de identificarmos as formas mais eficientes de resolver o problema. Algumas delas podem ajudar em mais de um dos casos de desperdício. Por isso, é importante conferir e colocar em prática todas elas.

Apoio tecnológico

Foi-se a época em que bons sistemas de tecnologia eram coisas só de empresas de grande porte. Hoje, existem opções bem interessantes para todo o tipo de negócio.

No caso dos supermercados, uma solução que ajuda bastante no controle de perdas, e também na hora de fazer uma gestão mais profissional do negócio, é a automação voltada para o controle de estoque. Tendo um processo mais bem controlado, o negócio minimiza as perdas e também evita erros que normalmente são ocasionados quando o controle é mais manual.

Investimento em segurança

Além de evitar os furtos, um bom sistema de segurança também é uma opção interessante quando o assunto é a manipulação de produtos feita pelos funcionários.

Com um sistema de câmeras, o dono do negócio consegue monitorar quem anda levando para casa alguns itens pelos quais não pagou, mas também vê se o seu pessoal está tendo cuidado na hora de manipular os produtos.

Treinamento dos funcionários

Ainda que muito do dinheiro do supermercado esteja empregado no estoque e na manutenção do estabelecimento, os principais responsáveis por manter tudo funcionando direito são as pessoas. Por isso, é tão importante ter uma equipe bem treinada.

Os seus funcionários devem receber orientações constantes. É muito importante que eles entendam como cada coisa precisa ser feita e também o motivo. Dessa forma, eles poderão ajudar a tocar o negócio tornando a empresa mais lucrativa, e garantindo mais segurança e estabilidade para os próprios empregos.

Atualização de inventário

Ter controles automatizados, como já falamos, é fundamental para conseguir fazer com que o supermercado diminua as suas perdas e consiga fazer com que o empreendedor tenha boas margens de ganhos.

Ainda assim, é preciso conferir de tempos em tempos se o inventário está de acordo com os números. De forma, ao ajudar o seu supermercado de bairro a ter este mapeamento atualizado, crie uma programação para a conferência dos produtos. Estabeleça um prazo para que seja feita a conferência e, para garantir que este processo esteja sendo realizado de forma adequada, vez ou outra, acompanhe esta conferência.

Rotinas de trabalho

Se uma mesma tarefa é feita de várias formas diferentes, cada vez que é realizada, possivelmente, os resultados também serão bem variados. É muito importante criar rotinas de trabalho bem estruturadas e que possam garantir sempre que o seu investimento esteja sendo administrado de forma adequada.

Para cada processo interno, veja qual é a maneira mais adequada de ser feito. Depois disso, converse com o seu pessoal para que eles entendam exatamente qual a ordem e como as coisas precisam ser feitas. Acompanhe o desempenho da equipe e vá fazendo as correções necessárias. Assim, você cria uma cultura de trabalho que favorece a empresa e consegue evitar ter perdas no dia a dia.

Seguindo estas dicas e contando sempre com a tecnologia, o seu supermercado de bairro terá grandes chances de apurar consideráveis reduções de desperdícios. Além de ter melhores resultados financeiros, conseguirá fidelizar mais clientes oferecendo itens de qualidade e apresentáveis.

SAIBA COMO ESCOLHER UM BOM SOFTWARE DE GESTÃO PARA LOJAS!

Não importa se estamos falando de um pequeno negócio, como um simples quiosque na praia, ou uma multinacional. Independentemente do tamanho da empresa, o fato é que a tecnologia deve ser encarada como uma parte integrante dos processos internos. Só assim é possível garantir a competitividade em um mercado cada vez mais agressivo.

Que a tecnologia é indispensável, todo empreendedor que se leve a sério já sabe, mas a pergunta que fica é a seguinte: Como escolher um bom software de gestão para lojas? Neste post vamos responder essa questão, então continue acompanhando para que você faça a melhor escolha possível na sua empresa!

Avalie o preço

É claro que o preço é um dos primeiros pontos que o gestor procura levar em consideração quando pretende adotar um software de gestão para lojas. Acontece que, embora esse seja, sim, um fator que deve ser levado em conta, o fato é que devemos tomar cuidado para avaliar o custo-benefício do produto, e não apenas o preço.

Existem muitos elefantes brancos no mercado, desenhados para grandes empresas e repaginados para os pequenos negócios, por exemplo. Ou, ainda, softwares genéricos que procuram atender todo o tipo de empresa. O ideal é buscar uma solução que atenda justamente as suas necessidades para, só então, pensar no preço. Esse é o assunto que veremos em seguida.

Pense nas funcionalidades

Nossa próxima dica para que você faça uma boa escolha é avaliar as funcionalidades, fugindo dos já mencionados elefantes brancos. Afinal de contas, a adoção de um software de gestão tem como principal objetivo sanar problemas ligados aos processos internos da sua empresa, certo? Não existe uma resposta genérica que atenda todas as necessidades.

Por isso, o varejista deve sempre procurar uma solução que contemple a sua área de atuação, como foco na gestão financeira, na gestão de estoques e também na gestão da clientela. Assim, pode otimizar todos os processos internos e reverter tudo isso em qualidade.

Busque a segurança

É inegável que os softwares de gestão armazenam diariamente informações relevantes sobre o seu negócio, tanto do ponto de vista financeiro quanto do ponto de vista estratégico. Por isso, o gestor precisa controlar o fluxo de informações internas.

Ao avaliar qual será o tipo de solução que você adotará na sua empresa, portanto, descubra quais são as opções de segurança oferecidas pela empresa fornecedora. Quanto melhor for o controle do acesso, por exemplo, mais seguro será o software escolhido para a sua empresa.

Considere a integração

Por fim, é fundamental que o software de gestão para lojas escolhido para a sua empresa facilite o fluxo de dados internamente, permitindo a integração entre os mais diversos setores da organização. Assim, todos trabalham com os mesmos dados, o que permite a coesão durante a tomada de decisão na empresa.

É importante destacar que a integração é fundamental para que as decisões sejam tomadas rapidamente. Por isso, um software online, por exemplo, é uma excelente pedida, já que é possível coletar os dados em tempo real de qualquer lugar.

Pensando em adotar um software de gestão para lojas? Então entre no nosso site e conheça as nossas soluções!

ATENÇÃO EMPRESÁRIO! VOCÊ TEM ATÉ DIA 31 DE DEZEMBRO PARA REALIZAR A TROCA DA SUA IMPRESSORA FISCAL!

Ainda meio desconhecida em Goiás, a Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica ou NFC-e foi lançada oficialmente no dia 14 de julho pela receita estadual.

Mas o que você tem a ver com isto? Bem se você tem uma empresa que já emite cupom fiscal ou não, eu te respondo, tudo a ver! Antes de entrarmos nestes detalhes é importante entender o que efetivamente é a nota fiscal do consumidor eletrônica.

Na verdade, o modelo 65 ou NFC-e faz parte de um conjunto de normas que se iniciou lá atrás com o sistema de escrituração fiscal. Com certeza você já ouviu falar, ou mesmo emite, a Nota Fiscal Eletrônica, Sped Fiscal, Sped Contábil e agora a NFC-e.

A Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e) em Goiás, é simplesmente a versão moderna do cupom fiscal. É um avanço no sistema de informatização entre a relação do fisco e o contribuinte (você). Como na nota fiscal eletrônica convencional, com a NFC-e você também terá um prazo para informar a venda para o governo. Em poucas palavras será assim, vendeu, emitiu a NFC-e o governo será informado.

No caso do ECF – cupom fiscal – era necessário o uso de uma impressora especial, que gravava todas as vendas em uma memória interna chamada MFD (Memória Fita Detalhe), deveriam ser enviados ao contador as reduções Z (fechamentos de caixa impressos) que são emitidas no final do dia e/ou em alguns casos também um relatório fiscal chamado cat-52, arquivo digital, gerado pela própria impressora. Isto chegava na contabilidade e imediatamente alguém iniciava a digitação e importação destes relatórios para gerar um outro arquivo digital juntamente com outras informações contábeis dentro, chamado de Sintegra.

Com advento no Nfc-e isto acontecerá de uma forma mais transparente e tranquila, tanto para o contribuinte quando para a contabilidade, visto que agora tudo será arquivo digital.

Qual a vantagem de se adaptar a esta nova tecnologia para você, contribuinte?

Se você já tem uma impressora fiscal e é optante pelo simples você terá um limite para se adaptar, o prazo concedido é até 31 de dezembro de 2017. Será esta a data limite para você cessar o seu equipamento de cupom fiscal, a sua impressora fiscal (ECF). E ressaltando que a partir de 01 de janeiro de 2018 será obrigatório utilizar a NFC-e.

Caso você não ainda tenha impressora fiscal, recomendo fortemente que você procure se adaptar imediatamente a NFC-e, pois, além da diferença de preços entre as impressoras serem acima de R$ 1.200,00, você já estará de acordo com as novas exigências e não terá que se preocupar tão cedo com essas mudanças que causam tanto impacto e necessitam de investimento que somos obrigados a seguir.

Qual a data limite para se adaptar?

CNAE

Data limite

4731-8/00 – Comércio varejista de combustíveis para veículos automotores

01 de janeiro de 2017

4732-6/00 – Comércio varejista de lubrificantes

01 de janeiro de 2017

Contribuintes inscritos no CCE ( Cadastro de Contribuintes do Estado )

01 de janeiro de 2017

Todos os outros contribuintes, exceto optantes pelo simples

01 de julho de 2017

Todos os outros contribuintes, optantes pelo simples

01 de janeiro de 2018

Uma outra informação extremamente relevante é o prazo para a cessação da impressora fiscal. Antes de falar dele você deve estar se perguntando, o que é cessar uma impressora fiscal?

É efetivamente fazer com que ela seja inutilizada, ou não esteja apta, para a impressão de novos cupons fiscais. Para que isto aconteça existe um procedimento específico.

A data limite para solicitar a cessação da impressora fiscal é 31 de janeiro de 2018, ou seja, independentemente do seu CNAE, sé é optante pelo simples ou não você deve se planejar e o seu limite é este.

Ah sim, antes que eu esqueça se você por acaso emita manualmente a nota fiscal, modelo A ou 1-A e também as notas fiscais ao consumidor modelo 2, e tem no seu comércio a impressora fiscal ou não – obrigatoriamente você terá mais cedo ou tarde que se adaptar à Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica em Goiás. Quando isto acontecer você não poderá mais usar os seus blocos antigos. As notas e os blocos soltos ou notas contínuas ainda disponíveis deverão ser apresentados em 30 dias corridos à delegacia regional de fiscalização da sua circunscrição.

Para mais detalhes sobre a lei que exige o uso da Nfc-e a partir de janeiro de 2018, clique AQUI.

 

Nova lei trabalhista: saiba quais são as principais mudanças

As mudanças foram discutidas e aprovadas na reforma trabalhista. Essas mudanças afetam o cotidiano das relações trabalhistas, pois alteram pontos como férias, jornada de trabalho, remuneração, além de implantar e regulamentar novas modalidades de trabalho, como o trabalho remoto – home office – e o trabalho intermitente.

Especialistas alertam que empregados e empresas devem ficar atentos às alterações que virão nos novos contratos assinados a partir do dia 11.

O advogado Ricardo Pereira de Freitas Guimarães, doutor em Direito do Trabalho e professor da pós-graduação da PUC-SP, avalia que, apesar de empresas e trabalhadores já estarem cientes das mudanças desde julho, os efeitos da reforma serão sentidos nos próximos meses, no cotidiano da relação.

“Apesar de considerar a reforma inconstitucional, é importante destacar que determinados direitos dos trabalhadores não serão afetados, pois são direitos constitucionais, como o recebimento do FGTS; os 30 dias de férias; o descanso semanal remunerado e o 13.º salário”, afirma Guimarães.

Antonio Carlos Aguiar, mestre em Direito do Trabalho, diretor do Instituto Mundo do Trabalho e professor da Fundação Santo André, observa que a nova lei tem pontos positivos, mas deixa lacunas que devem ir parar nos tribunais. “Temos pontos positivos, que esclarecem e melhoram entendimentos, como, por exemplo, a questão relacionada a grupo econômico e à limitação temporal e contratual dos ex-sócios. Possibilidade da divisão de férias para os maiores de 50 anos, que pela legislação atual é proibida”, destaca.

Aguiar cita alguns pontos polêmicos da reforma que, em sua avaliação, devem parar no Judiciário. “Por exemplo, a jornada de 12×36 sem estabelecimento de limitadores. Será para qualquer atividade? Sem contrapartidas? E sem necessidade de autorização para casos de trabalho insalubre?”

“Além, disso, segue Antonio Carlos Aguiar, ‘a prorrogação de jornada (horas extras) em ambientes insalubres por meio de negociação coletiva, sem autorização expressa, deverá provocar uma série de problemas relacionados à saúde do trabalhador”, alerta.

O especialista em Direito e Processo do Trabalho Danilo Pieri Pereira, sócio do Baraldi Mélega Advogados, destaca que alguns pontos da nova lei poderão ser colocados logo em prática a partir do dia 11. “O período que o empregado gasta no trajeto de casa até o trabalho não será mais computado na jornada. Isso valerá de imediato. Já outros pontos precisarão ser negociados caso a caso, como o fracionamento das férias, o uso do banco de horas, entre outros”, pontua.

Umas das discussões mais polêmicas e que, segundo os especialistas, deverá provocar uma série de conflitos é a questão da prevalência do negociado sobre o legislado.

O texto prevê que a negociação entre empresas e trabalhadores prevalecerá sobre a lei em pontos como parcelamento das férias, flexibilização da jornada, participação nos lucros e resultados, intervalo, plano de cargos e salários, banco de horas, remuneração por produtividade e trabalho remoto.

Na avaliação do advogado Paulo Lemgruber, do escritório Roberto Caldas, Mauro Menezes & Advogados, os sindicatos e as empresas poderão estabelecer, pela via da negociação coletiva, condições de trabalho diferentes daquelas previstas em lei.

“E essas condições poderão não estar necessariamente em um patamar melhor para os trabalhadores, em matéria de parcelamento de férias, cumprimento da jornada de trabalho, participação nos lucros e resultados, tempo de deslocamento até o local de trabalho, intervalo intrajornada, prazo de validade dos acordos e convenções coletivas, plano de cargos e salários, regulamento empresarial, banco de horas, trabalho remoto, remuneração por produtividade e registro da jornada de trabalho”, alerta Lemgruber.

A novidade, segundo o advogado, será permitir que ‘direitos trabalhistas previstos na legislação atual, não apenas na CLT, pois há leis esparsas, possam ser substituídos ou até suprimidos mediante negociação coletiva entre empresas e sindicatos’.

Danilo Pieri alerta que pontos como FGTS, salário mínimo, 13.º salário, seguro-desemprego, benefícios previdenciários, licença-maternidade e normas relativas à segurança e saúde do trabalhador não podem entrar na negociação.

Diversos pontos, agora, serão negociados diretamente entre empresas e trabalhadores.

Entre eles, o parcelamento das férias.

De acordo com o advogado Ruslan Stuchi, empresa e trabalhador deverão negociar a divisão das férias em até três períodos. “Pela nova lei, um dos períodos não poderá ser inferior a 14 dias corridos e os demais não poderão ser inferiores a cinco dias corridos”, avisa o especialista.

De acordo com Stuchi, deve ser negociada ainda entre as partes a adoção do regime de tempo parcial de trabalho.

A duração passará a ser de até 30 horas semanais, sem possibilidade de horas extras semanais, ou de 26 horas semanais ou menos, com até seis horas extras, pagas com acréscimo de 50%.

Danilo Pieri cita que poderá ser negociada entre empregadores e empregados a jornada de 12 horas de trabalho intercalada por 36 horas de descanso.

Antonio Carlos Aguiar afirma que poderá ser negociada ainda a rescisão contratual por acordo, com pagamento de metade do aviso prévio e metade da multa de 40% sobre o saldo do FGTS.

O empregado poderá ainda movimentar até 80% do valor depositado pela empresa na conta do FGTS, mas não terá direito ao seguro-desemprego.

A advogada Mayara Rodrigues, do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados, cita também o banco de horas. “A reforma permite que as partes se entendam por acordo individual escrito para a utilização do banco de horas, desde que a compensação ocorra no período máximo de seis meses”.

Sindicatos. Já outros pontos aprovados na reforma irão necessitar da negociação entre empresas e sindicatos, como redução do intervalo do almoço, Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e troca de feriados, entre outros, destacam especialistas.

Mayara Rodrigues diz que a PLR deve ser negociada entre as empresas e os sindicatos para entrar em vigor. “Direitos como Participação nos Lucros e Resultados, plano de cargos e salários, banco de horas, teletrabalho, regime de sobreaviso e trabalho intermitente, adesão ao programa seguro desemprego, troca do dia do feriado, enquadramento do grau de insalubridade, entre outros podem ser negociados com os sindicatos”, observa.

Ruslam Stuchi acredita que a negociação com o sindicato será necessária quando houver alguma estruturação em relação a uma grande quantidade de trabalhadores.

Para o advogado, as entidades sindicais ainda continuarão com seu papel de fiscalização. Stuchi salienta que os acordos coletivos já fechados continuam valendo e só poderão ser alterados ao fim do prazo do acordo, com base nas novas regras.

O professor Antonio Carlos Aguiar diz que a nova lei prevê que as indenizações do Plano de Demissão Voluntária (PDV) e os acordos anuais dando quitação dos contratos individuais de trabalho serão negociados entre empresas e sindicatos, assim como os reajustes de salário na data-base.

Home office. O home office, ou trabalho remoto ou teletrabalho, passa a ser regulamentado e poderá ser proposto pelo empregador ao funcionário, segundo o advogado Roberto Hadid, do escritório Yamazaki, Calazans e Vieira Dias Advogados.

Em caso de acordo, a modalidade deverá então ser regulamentada em contrato de trabalho.

Quem já trabalha em sistema de teletrabalho também precisará fazer aditivo contratual. O home office poderá ser implantado após acordo entre as empresas e os sindicatos.

Pontos importantes da nova lei trabalhista, segundo os especialistas

– Direitos garantidos: Não podem ser alterados e nem negociados os direitos relativos ao pagamento do FGTS, o recebimento do salário-mínimo e 13.º salário, seguro-desemprego, repouso semanal remunerado e as normas de saúde, higiene e segurança do trabalho previstas em lei ou em normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho, além das regras sobre a aposentadoria, salário-família, licença-maternidade com a duração mínima de cento e vinte dias, licença-paternidade, entre outras.

– Férias: Continua sendo de 30 dias anuais; entretanto, se houver acordo entre trabalhadores e empresários, pode ser dividida em até três vezes, desde que um dos períodos seja de 14 dias corridos e, os demais, cinco dias corridos.

– Tempo de percurso no transporte e horas trabalhadas: Pela Reforma Trabalhista, o tempo gasto pelo trabalhador no percurso para se chegar ao local de trabalho ou no retorno para casa não poderá mais ser computado como parte da jornada de trabalho, independentemente do meio de transporte usado, mesmo o local de trabalho sendo de difícil acesso.

– Intervalo de almoço: O intervalo dentro da jornada de trabalho poderá ser negociado, desde que tenha pelo menos 30 minutos. Se o empregador não conceder intervalo mínimo para almoço ou for parcial, a indenização será de 50% do valor da hora normal de trabalho apenas sobre o tempo não concedido em vez de todo o tempo de intervalo devido.

– Contribuição sindical: A contribuição sindical não será mais obrigatória. Agora, o pagamento será opcional.

– Registro em Carteira de Trabalho: A nova regra prevê o aumento da multa por empregado não registrado pelo empresário para R$ 3 mil. Nos casos de microempresa e empresa de pequeno porte a multa será de R$ 800 por funcionário.

– Ações na Justiça: A nova lei altera algumas regras para o ingresso de ação na Justiça do Trabalho. Por exemplo, limita valor a ser pleiteado pelo trabalhador, estabelecendo teto para alguns pedidos de indenização. Ofensas graves cometidas por empregadores devem ser de, no máximo, 50 vezes o último salário contratual de quem foi ofendido. O trabalhador também poderá ter que indenizar a empresa em caso de pedidos de má-fé ou negados pelo Judiciário.

– Demissão consensual: Trabalhadores e empresas poderão optar pela demissão em comum acordo. Por esse novo mecanismo, a multa de 40% do FGTS será reduzida para 20%, e o aviso prévio ficará restrito a 15 dias. Além disso, o trabalhador pode sacar somente 80% do Fundo de Garantia, mas perde o direito de receber o seguro-desemprego.

Novo ransomware (Vírus) está causando problemas na Europa e nos Estados Unidos

Um novo ataque de ransomware chamado de “Bad Rabbit” está varrendo a Rússia e a Ucrânia, entre outros países do Leste Europeu, de acordo com várias notícias locais.

Ainda é cedo demais para dizer o alcance do ataque ou todos que foram atingidos até agora, mas uma série de relatos de ataques à infraestrutura e ao transporte ucranianos fizeram soar os alarmes.

A firma de cibersegurança russa Group-IB relata que pelo menos três veículos de imprensa russos foram atacados, contando também “instituições estatais e objetos estratégicos na Ucrânia como vítimas”. A firma contou à Motherboard que um aeroporto em Odessa, o metrô de Kiev e o ministério da Infraestrutura da Ucrânia foram todos afetados por um “novo ciberataque em massa”.

A agência de notícias russa Interfax anunciou no Twitter que estava trabalhando para restaurar seus sistemas depois de os hackers derrubarem seus servidores.

Uma vez infectadas, as vítimas eram redirecionadas a um site escondido por Tor em que um resgate de 0,05 bitcoins (cerca de R$ 911 na cotação atual) era exigido. Se não for pago dentro de aproximadamente 40 horas, o custo para descriptografar os dados perdidos aumenta. A mensagem de resgate, em fonte vermelha sobre um fundo preto, parece ser similar àquela usada nos ataques do NotPetya em junho deste ano.

De acordo com a Kaspersky Lab, de Moscou, as infecções de Bad Rabbit foram detectadas também na Turquia e na Alemanha. “Baseado em nossa investigação, esse é um ataque direcionado contra redes corporativas, usando métodos parecidos àqueles usados no ataque do [NotPetya]”, afirmou a empresa. “Entretanto, não podemos confirmar que ele esteja relacionado ao NotPetya. Vamos continuar nossa investigação.”

A firma de cibersegurança eslovaca ESET disse em um post de blog que o ataque aos sistemas do metrô de Kiev foram uma variante do ransomware Petya, no qual o NotPetya também foi baseado — embora o NotPetya tenha sido determinado posteriormente como um malware wiper, projetado para danificar dados permanentemente, e não coletar resgates.

De acordo com a ESET, o ataque também se espalhou pela Bulgária e outros países.

O Bad Rabbit se espalhou para a Polônia e a Coreia do Sul. A US-CERT aconselhou que aqueles infectados não paguem o resgate, dizendo que “não garante que o acesso será restaurado”. Em um comunicado, o vice-presidente da CrowdStrike, Adam Meyers, disse que as infecções parecer ter surgido do site russo argumentiru.com, de notícias e fofocas de celebridade.

Apesar dos rumores, a Talos relata que não há sinal do Bad Rabbit estar usando a brecha do EternalBlue anteriormente usada pelo WannaCry.