FIM DO HORÁRIO DE VERÃO! ATENTE-SE PARA QUE SEUS SISTEMAS NÃO PAREM!

Prezado cliente, neste domingo (dia 18/02/17) finaliza-se o horário de verão, atente-se para alterar os horários do seu computador e dos seus sistemas. Nesta data você deverá retroceder seu relógio em 01:00 hora, então quando o relógio chegar às 00:00 do dia 18/02 você deverá voltar o relógio para as 23:00 do dia 17/02. Caso você seja cliente TEF ou NF-E/NF-E deve-se atentar para o horário do computador que pode não autorizar a finalização de vendas por conta do horário errado, já para os cliente de PONTO deve-se alterar o horário do relógio para evitar futuras batidas em horarios errados.

Se tiver alguma dificuldade para alterar o horário do seu relógio, basta assistir o vídeo gravado pelo nosso consultor que explica como realizar o procedimento corretamente.

ORGANIZAÇÃO DE SUPERMERCADOS: COMO AUMENTAR SEUS LUCROS!

No varejo existem várias estratégias para aumentar as vendas, dentre elas a organização de supermercados. Sim! Se você acha que é só espalhar produtos pelas gôndolas sem nenhuma técnica, está enganado!

Separamos algumas dicas para organização de supermercados que você pode utilizar em sua empresa para alavancar o resultado das vendas.

Veja!

1. A organização de supermercados deve começar da entrada

Os primeiros produtos que serão percebidos pelos seus clientes serão aqueles que você colocar nas partes centrais e superiores das prateleiras. Sabendo disso, se você quer aumentar os seus lucros, aproveite essa área nobre das gôndolas para colocar os produtos de maior valor agregado; de margem de lucro superior.

2. Produtos de maior giro

Identifique quais os produtos que levam as pessoas para sua loja; os mais vendidos. Esses produtos são os geradores de tráfego. Sendo assim, posicione esses produtos nos cantos, de forma que o consumidor tenha que andar mais até encontrá-lo. Isso fará que o cliente tenha contato com outros produtos e assim mais possibilidades de compra.

3. Gôndolas da direita

Se você observar, o movimento dos clientes no supermercado tende a ser da direita para a esquerda. Você pode aproveitar as gôndolas da direita para colocar os produtos que você mais deseja vender, pois o consumidor estará mais disponível para comprar, já que seu carrinho ainda está vazio e ele ainda não está preocupado em quanto será a sua conta.

4. Produtos para Criança

Muitos pais costumam levar seus filhos para o supermercado. Leve os pequenos em consideração ao posicionar produtos como: biscoitos, chocolates, salgadinho e cereais com açúcar. Coloque-os na altura ideal para que uma criança de 7 anos alcance e possa pedir para os seus pais comprarem.

5. Gôndolas de check-out

Enquanto os consumidores esperam na fila para pagar a conta do supermercado, você ainda pode “ajudá-los” a aumentar um pouco mais o volume de vendas, disponibilizando nas gôndolas do check-out salgadinhos, bombons, chicletes e todos esses produtos supérfluos difíceis de resistir.

5. Música

Você deve estar se perguntando: mas o que música tem a ver com organização de supermercados? Muitos supermercadistas já perceberam que a música faz toda a diferença na experiência de compra dos seus clientes. Você também precisa saber! Músicas mais calmas fazem com que seu cliente se sinta menos apressados, assim aumentam as possibilidades de compra. Já as músicas mais agitadas fazem com que o consumidor ande mais rápido e tenha menos contato com os seus produtos.

Aproveite essas dicas e melhore suas vendas!

FIQUE ATENTO PARA OS HORÁRIOS DO PLANTÃO DE CARNAVAL!

Prezado cliente, nos dia 12 e 13 de fevereiro será feriado devido o carnaval, porem para que vocês não fiquem sem auxilio do nosso setor de suporte, preparamos uma programação de plantão nesses dias para atendermos vocês.

 

Dia 10/02 (Sábado) – 08:00 ás 17:00

Dia 11/02 (Domingo) – 08:00 ás 12:00

Dia 12/02 (Segunda) – 08:00 ás 12:00

Dia 13/02 (Terça) – 08:00 ás 12:00

Dia 14/02 (Quarta) – 07:30 ás 20:30

Lembrando que nos dias de plantão o atendimento será apenas via CELULAR (WhatsApp) (64) 9 9667-5757.

ENTENDA COMO VOCÊ PODE AUTOMATIZAR SUA EMPRESA DE FORMA SIMPLES!

Empreender é uma tarefa exaustiva e, se você não souber como fazer, pode ir à falência logo no início do negócio. Para que isso não aconteça, separamos 4 dicas sobre como montar uma lanchonete que farão você passar longe de qualquer crise. Conheça recursos tecnológicos feitos para salvar a vida dos empreendedores do ramo de alimentos e bebidas e alcance o sucesso que almeja muito antes do que imagina!

DIGA NÃO À COMANDA DE PAPEL

Se você está buscando por dicas sobre como montar uma lanchonete e acha que a comanda de papel é o modelo certo para você, saiba que esse não é mais um método seguro, rentável e adequado para quem quer empreender.

A comanda de papel é conhecida por ser barata e de fácil acesso, no entanto, ela não é um bom recurso para quem tem a intenção de lucrar e atender bem. Confira algumas desvantagens que a comanda de papel traz ao seu negócio e que você certamente vai querer evitar para não fracassar logo de cara:

– Ela dá margem a erros

Embora seja barata, a comanda de papel deixa seu negócio suscetível aos erros humanos, então, o barato acaba saindo caro. Imagine que você vende um sanduíche por R$15,00 e, por um erro de anotação do garçom, seu cliente recebe o pedido errado e devolve o lanche. Em um dia, seu prejuízo é de apenas R$15,00, mas, em um ano, isso equivale a R$5.475,00. Vale a pena ter esse prejuízo?

– Reduz a fluidez do atendimento 

Outra desvantagem da comanda de papel para você que está na missão “como montar uma lanchonete” é que ela é pouco prática, reduzindo a agilidade de seu atendimento. Se a sua lanchonete trabalha no esquema fast food com atendimento balcão, por exemplo, a comanda de papel gerará longas filas. E, se em sua lanchonete os clientes são atendidos pelo garçom na mesa, a capacidade de atendimento do garçom será reduzida e a correria para o terminal a fim de entregar a comanda resultará em uma demora na entrega do prato – algo bem “anti fast food”.

– Permite furos no caixa

 Esse é um assunto delicado, mas, como empreendedor, você precisa considerá-lo. Se você está buscando informações sobre como montar uma lanchonete, esteja ciente que, aonde há dinheiro, há possibilidade de fraude e os processos manuais favorecem esses furos.

AUTOMATIZE O CONTROLE DE SUAS FINANÇAS

 Para ter suas finanças na palma da mão e saber quanto sua lanchonete lucra com exatidão, é preciso ser extremamente cuidadoso, metódico e atento. Se você está na correria e não consegue dar essa atenção ao seu fluxo de caixa, saiba que a automação pode ser uma grande aliada.

Não há como montar uma lanchonete em meio ao caos financeiro, e com um fluxo de caixa integrado ao seu sistema para lanchonete, esse caos reduz drasticamente. Em lugar de utilizar uma planilha e dedicar todo o seu tempo para alimentá-la com dados, você terá metade desse trabalho executado pelo sistema, tendo que inserir apenas alguns dados manualmente. Assim, você será capaz de projetar para períodos futuros todas as entradas e saídas de seu negócio, sabendo exatamente qual será a perspectiva financeira para os próximos períodos.

DINAMIZE O DELIVERY COM O CARDÁPIO DIGITAL

Outro recurso providencial para melhorar o fluxo de atendimento de sua lanchonete é o cardápio digital. Através dele, quem tem delivery possibilita ao cliente a opções do pedido online, mas não apenas isso. Além de ofertar ao cliente uma nova forma de pedir – a que mais cresce no mundo – o gestor tem a vantagem de ter todos os pedidos recebidos através do cardápio digital integrados em seu sistema para lanchonete.

A vantagem desse recurso, é que a integração entre cardápio digital e sistema evitam que um atendente tenha que registrar o pedido no computador, por exemplo. Além disso, todos os dados do cliente armazenados no sistema podem ser usados para a implementação de ações de marketing que, futuramente, podem ajudá-lo a vender mais e melhor!

Mais vantagens do cardápio digital:

  • Possibilita da redução de funcionários de sua lanchonete;

  • Através dele, é possível alterar preços sem que haja preocupação com novas impressões;

  • Você pode programar o recebimento de seus pedidos delivery pré-determinando um perímetro de atuação.

NÃO ABRA SEM POSSIBILITAR O AUTOATENDIMENTO! 

Por fim, não dá pra falar em automação em mencionar o autoatendimento – um grande diferencial quando o assunto é lanchonete. Se você trabalha com vendas no balcão e sofre com as filas sem fim que esse tipo de atendimento ocasiona; se seus clientes tem perfil moderno e jovem e se você quer reduzir o número de atendentes do seu estabelecimento, o autoatendimento é o caminho ideal!

O autoatendimento também é feito através do cardápio digital, mas desta vez, dentro de seu estabelecimento. Dessa forma, o cliente faz o pedido através do smartphone e só precisa dirigir-se ao balcão para retirá-lo.

– Porque devo começar a atender oferecendo a opção do autoatendimento? 

Há diversas razões para começar a atender oferecendo ao cliente a opção do autoatendimento, mas a principal delas é bem simples: desbancar a concorrência. No Brasil, o autoatendimento não é popular, por isso, abrir um negócio com essa opção é um grande diferencial perante a concorrência.

As outras razões já foram mencionadas. Com o autoatendimento você pode reduzir o número de funcionários de sua lanchonete (ou realocá-los, caso não queria um déficit na equipe), atrai clientes que não vivem sem a tecnologia e muito mais!

Se interessou e quer realizar a automação de sua Lanchonete/Bar/Restaurante ? Entre contato conosco clicando aqui!

CONTROLAR OU NÃO O PONTO DOS FUNCIONÁRIOS ?

O profissionalismo e a transparência são requisitos básicos para todos os setores de uma empresa, devendo estar presente principalmente nas atividades cotidianas, que muitas vezes são negligenciadas. A entrada do funcionário no ambiente de trabalho indica o começo de sua jornada, a partir daí serão realizadas as ações, tarefas e processos que estruturam a empresa.

Por isso, é importante ter um controle adequado do registro do horário de trabalho dos funcionários. E a melhor forma de fazer isso é utilizando um modo padronizado e em conformidade com a lei.

O horário de entrada e saída dos colaboradores em ambientes de trabalho é geralmente combinado durante a contratação, e o número de horas previsto no contrato é indicado na carteira de trabalho. Apesar da lei não exigir a adoção de procedimentos especiais em estabelecimentos de até 10 trabalhadores, é fundamental manter um controle rigoroso para proteger tanto os empregadores quanto os empregados em instituições de todos os portes.

Neste post, vamos falar um pouco sobre a importância do registro do horário de trabalho e também apresentaremos uma solução de automatização do processo, o registrador eletrônico de ponto (REP).

Importância do registro correto de horário de trabalho

De uma maneira crua, a empresa paga ao trabalhador por uma quantidade de tempo de sua vida. Dessa maneira, é natural que o controle sobre essa “troca” seja o mais rigoroso possível. O registro correto evita problemas comuns em empresas, como discussões sobre horas extras, registro de banco de horas e problemas judiciais trabalhistas.

A responsabilidade e o ônus da fiscalização bem como o controle da frequência do trabalhador é do empregador (que possua mais de 10 empregados), conforme o art. 74, § 2º, da CLT. A forma de controle, no entanto, é de livre escolha do empregador, podendo existir até mesmo mais de um modo dentro da mesma empresa: manual, mecânico ou eletrônico.

Manual, mecânico ou eletrônico?

O registro manual, em um livro ou folha de ponto, é simples e barato, mas pode ser extremamente trabalhoso para um gestor. Preencher diversas tabelas e analisar dados manuscritos de diferentes equipes e pessoas exige tempo e dedicação.

No caso do ponto mecânico, ou cartográfico, o trabalhador insere o seu cartão no relógio, que, então, imprime o horário de entrada ou saída. Apesar da maior praticidade, ainda é necessário um controle manual dos cartões para fazer cálculos e verificações de horas trabalhadas, horas extras, ausências, etc.

Analisar, transcrever e reunir informações é um trabalho gigante e com alto risco de erros, falhas, fraudes e alterações. Em questões judiciais, esses dois tipos de registros podem dificultar a investigação ou até mesmo serem rejeitados como provas.

Além disso, um controle de ponto ineficiente dificulta a fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), levando a autuações e prejudicando a contribuição com a previdência, imposto de renda e FGTS.

No entanto, um relógio de ponto automatizado não só facilita a gestão de dados e controle mas também fornece maior segurança tanto para a empresa quanto para o colaborador. Essa modalidade de controle evita a possibilidade de fraude ou alteração de informações referentes às jornadas de trabalho.

Sendo assim, convém mencionar as diversas vantagens trazidas pela utilização de um ponto eletrônico.

Vantagens e facilidades do ponto eletrônico

Um registrador eletrônico de ponto, ou REP, possui todas as funcionalidades do relógio de ponto tradicional somadas às possibilidades de interação com softwares, aplicativos e dispositivos. O REP faz a identificação do usuário – seja por leitura biométrica, cartão de proximidade ou senha – registra sua hora de entrada/saída e emite um comprovante.

Para quem deseja utilizar ponto eletrônico, é necessário adquirir um equipamento homologado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, como prevê a portaria 1.510, publicada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em agosto de 2009.

Os benefícios da utilização do REP são inúmeros: aumento da confiança entre empregador e trabalhador, agilidade no processamento de dados por parte da equipe de RH e maior segurança, garantindo evidências precisas das horas de trabalho e protegendo ambas as partes em possíveis disputas trabalhistas.

No que se refere a pontos eletrônicos, podemos mencionar a solução da Pacto. Entre os diferenciais do produto estão o controle de diversas filiais em um único sistema, integração com bancos de dados da empresa, cálculo de horas extras, relatórios de frequência e outras funcionalidades.

Vale reforçar que os benefícios da adoção de um sistema eficaz de controle do horário de trabalho não são exclusivos de empresas grandes, mas também otimizam os processos de pequenas e médias empresas.

Continue acessando nosso blog para saber mais sobre soluções modernas para academias, escolas, clubes e empresas em geral.

SUPERMERCADOS: COMO EVITAR PERDAS E OTIMIZAR PROCESSOS?

Podendo ter várias fontes de origem, o desperdício que acontece em qualquer negócio diminui as margens de lucro e deixa a empresa com resultados piores do que poderia ter se algumas precauções fossem tomadas, e em um supermercado de bairro, não é diferente.

Afetando todo tipo de negócio, estas perdas, se forem muito recorrentes e em quantidades mais altas, podem até mesmo ameaçar a sobrevivência da empresa.

Para combater situações mais complicadas no seu supermercado de bairro, separamos algumas informações importantes sobre o tema. Assim vai ficar mais fácil identificar a origem das perdas de mercadorias e saber como tratar o assunto.

Os tipos de perdas mais comuns

Entre as perdas mais comuns, podemos destacar 4 tipos que são enfrentados por todo supermercado de bairro e que devem ser o foco de atenção de gerentes, supervisores e donos destes estabelecimentos.

Quebras

Quebras são danos ou avarias que acontecem normalmente no dia a dia. Geralmente estão ligadas à forma de manipulação dos produtos. Em alguns casos, elas podem acontecer no momento em que os itens são descarregados. Em outros, estão relacionadas à forma de estocagem e também há aqueles em que os próprios clientes que ao manipularem os itens dentro do supermercado acabam danificando a mercadoria.

Ainda que não esteja totalmente danificado, um produto acaba não sendo mais vendido se houver alguma avaria. Uma fruta ou legume, por exemplo, que fique amassado não irá mais para a cesta de compras de ninguém.

Produtos vencidos

Um produto que expira o seu prazo de validade é uma perda que não há como ser remediada. Além de poder causar problemas à saúde dos clientes, a sua venda não pode ser permitida, fazendo com que ele seja descartado.

Outro ponto importante é a questão da contaminação. Um alimento vencido precisa ser rapidamente jogado fora para que não ameace outros que estejam por perto.

Furtos

Normalmente acontecendo em pequenas quantidades. Os furtos podem somar um prejuízo considerável. É importante lembrar que não se trata somente de casos em que um consumidor acaba levando algo sem pagar.

Em algumas situações, os próprios funcionários podem estar lesando o estabelecimento. Independentemente do motivo, esse é um assunto que merece bastante atenção, pois normalmente quem furta uma vez, cedo ou tarde irá fazer de novo.

Deteriorações

Diferentemente dos casos de perda de mercadorias por uma questão de prazo de validade, quando falamos de deterioração, consideramos que os produtos estejam estragando mesmo que ainda sem estarem vencidos.

As causas mais comuns desse tipo de perda são o acondicionamento feito de forma irregular, seja no estoque ou nas gôndolas, a falta de controle contra insetos e outras pragas, ou ainda o descuido no manuseio, geralmente, advindo dos próprios funcionários.

Como evitar e diminuir as perdas

Depois que entendemos melhor quais são os principais tipos de perdas que acontecem no seu supermercado de bairro, é hora de identificarmos as formas mais eficientes de resolver o problema. Algumas delas podem ajudar em mais de um dos casos de desperdício. Por isso, é importante conferir e colocar em prática todas elas.

Apoio tecnológico

Foi-se a época em que bons sistemas de tecnologia eram coisas só de empresas de grande porte. Hoje, existem opções bem interessantes para todo o tipo de negócio.

No caso dos supermercados, uma solução que ajuda bastante no controle de perdas, e também na hora de fazer uma gestão mais profissional do negócio, é a automação voltada para o controle de estoque. Tendo um processo mais bem controlado, o negócio minimiza as perdas e também evita erros que normalmente são ocasionados quando o controle é mais manual.

Investimento em segurança

Além de evitar os furtos, um bom sistema de segurança também é uma opção interessante quando o assunto é a manipulação de produtos feita pelos funcionários.

Com um sistema de câmeras, o dono do negócio consegue monitorar quem anda levando para casa alguns itens pelos quais não pagou, mas também vê se o seu pessoal está tendo cuidado na hora de manipular os produtos.

Treinamento dos funcionários

Ainda que muito do dinheiro do supermercado esteja empregado no estoque e na manutenção do estabelecimento, os principais responsáveis por manter tudo funcionando direito são as pessoas. Por isso, é tão importante ter uma equipe bem treinada.

Os seus funcionários devem receber orientações constantes. É muito importante que eles entendam como cada coisa precisa ser feita e também o motivo. Dessa forma, eles poderão ajudar a tocar o negócio tornando a empresa mais lucrativa, e garantindo mais segurança e estabilidade para os próprios empregos.

Atualização de inventário

Ter controles automatizados, como já falamos, é fundamental para conseguir fazer com que o supermercado diminua as suas perdas e consiga fazer com que o empreendedor tenha boas margens de ganhos.

Ainda assim, é preciso conferir de tempos em tempos se o inventário está de acordo com os números. De forma, ao ajudar o seu supermercado de bairro a ter este mapeamento atualizado, crie uma programação para a conferência dos produtos. Estabeleça um prazo para que seja feita a conferência e, para garantir que este processo esteja sendo realizado de forma adequada, vez ou outra, acompanhe esta conferência.

Rotinas de trabalho

Se uma mesma tarefa é feita de várias formas diferentes, cada vez que é realizada, possivelmente, os resultados também serão bem variados. É muito importante criar rotinas de trabalho bem estruturadas e que possam garantir sempre que o seu investimento esteja sendo administrado de forma adequada.

Para cada processo interno, veja qual é a maneira mais adequada de ser feito. Depois disso, converse com o seu pessoal para que eles entendam exatamente qual a ordem e como as coisas precisam ser feitas. Acompanhe o desempenho da equipe e vá fazendo as correções necessárias. Assim, você cria uma cultura de trabalho que favorece a empresa e consegue evitar ter perdas no dia a dia.

Seguindo estas dicas e contando sempre com a tecnologia, o seu supermercado de bairro terá grandes chances de apurar consideráveis reduções de desperdícios. Além de ter melhores resultados financeiros, conseguirá fidelizar mais clientes oferecendo itens de qualidade e apresentáveis.

SAIBA COMO ESCOLHER UM BOM SOFTWARE DE GESTÃO PARA LOJAS!

Não importa se estamos falando de um pequeno negócio, como um simples quiosque na praia, ou uma multinacional. Independentemente do tamanho da empresa, o fato é que a tecnologia deve ser encarada como uma parte integrante dos processos internos. Só assim é possível garantir a competitividade em um mercado cada vez mais agressivo.

Que a tecnologia é indispensável, todo empreendedor que se leve a sério já sabe, mas a pergunta que fica é a seguinte: Como escolher um bom software de gestão para lojas? Neste post vamos responder essa questão, então continue acompanhando para que você faça a melhor escolha possível na sua empresa!

Avalie o preço

É claro que o preço é um dos primeiros pontos que o gestor procura levar em consideração quando pretende adotar um software de gestão para lojas. Acontece que, embora esse seja, sim, um fator que deve ser levado em conta, o fato é que devemos tomar cuidado para avaliar o custo-benefício do produto, e não apenas o preço.

Existem muitos elefantes brancos no mercado, desenhados para grandes empresas e repaginados para os pequenos negócios, por exemplo. Ou, ainda, softwares genéricos que procuram atender todo o tipo de empresa. O ideal é buscar uma solução que atenda justamente as suas necessidades para, só então, pensar no preço. Esse é o assunto que veremos em seguida.

Pense nas funcionalidades

Nossa próxima dica para que você faça uma boa escolha é avaliar as funcionalidades, fugindo dos já mencionados elefantes brancos. Afinal de contas, a adoção de um software de gestão tem como principal objetivo sanar problemas ligados aos processos internos da sua empresa, certo? Não existe uma resposta genérica que atenda todas as necessidades.

Por isso, o varejista deve sempre procurar uma solução que contemple a sua área de atuação, como foco na gestão financeira, na gestão de estoques e também na gestão da clientela. Assim, pode otimizar todos os processos internos e reverter tudo isso em qualidade.

Busque a segurança

É inegável que os softwares de gestão armazenam diariamente informações relevantes sobre o seu negócio, tanto do ponto de vista financeiro quanto do ponto de vista estratégico. Por isso, o gestor precisa controlar o fluxo de informações internas.

Ao avaliar qual será o tipo de solução que você adotará na sua empresa, portanto, descubra quais são as opções de segurança oferecidas pela empresa fornecedora. Quanto melhor for o controle do acesso, por exemplo, mais seguro será o software escolhido para a sua empresa.

Considere a integração

Por fim, é fundamental que o software de gestão para lojas escolhido para a sua empresa facilite o fluxo de dados internamente, permitindo a integração entre os mais diversos setores da organização. Assim, todos trabalham com os mesmos dados, o que permite a coesão durante a tomada de decisão na empresa.

É importante destacar que a integração é fundamental para que as decisões sejam tomadas rapidamente. Por isso, um software online, por exemplo, é uma excelente pedida, já que é possível coletar os dados em tempo real de qualquer lugar.

Pensando em adotar um software de gestão para lojas? Então entre no nosso site e conheça as nossas soluções!

ATENÇÃO EMPRESÁRIO! VOCÊ TEM ATÉ DIA 31 DE DEZEMBRO PARA REALIZAR A TROCA DA SUA IMPRESSORA FISCAL!

Ainda meio desconhecida em Goiás, a Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica ou NFC-e foi lançada oficialmente no dia 14 de julho pela receita estadual.

Mas o que você tem a ver com isto? Bem se você tem uma empresa que já emite cupom fiscal ou não, eu te respondo, tudo a ver! Antes de entrarmos nestes detalhes é importante entender o que efetivamente é a nota fiscal do consumidor eletrônica.

Na verdade, o modelo 65 ou NFC-e faz parte de um conjunto de normas que se iniciou lá atrás com o sistema de escrituração fiscal. Com certeza você já ouviu falar, ou mesmo emite, a Nota Fiscal Eletrônica, Sped Fiscal, Sped Contábil e agora a NFC-e.

A Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e) em Goiás, é simplesmente a versão moderna do cupom fiscal. É um avanço no sistema de informatização entre a relação do fisco e o contribuinte (você). Como na nota fiscal eletrônica convencional, com a NFC-e você também terá um prazo para informar a venda para o governo. Em poucas palavras será assim, vendeu, emitiu a NFC-e o governo será informado.

No caso do ECF – cupom fiscal – era necessário o uso de uma impressora especial, que gravava todas as vendas em uma memória interna chamada MFD (Memória Fita Detalhe), deveriam ser enviados ao contador as reduções Z (fechamentos de caixa impressos) que são emitidas no final do dia e/ou em alguns casos também um relatório fiscal chamado cat-52, arquivo digital, gerado pela própria impressora. Isto chegava na contabilidade e imediatamente alguém iniciava a digitação e importação destes relatórios para gerar um outro arquivo digital juntamente com outras informações contábeis dentro, chamado de Sintegra.

Com advento no Nfc-e isto acontecerá de uma forma mais transparente e tranquila, tanto para o contribuinte quando para a contabilidade, visto que agora tudo será arquivo digital.

Qual a vantagem de se adaptar a esta nova tecnologia para você, contribuinte?

Se você já tem uma impressora fiscal e é optante pelo simples você terá um limite para se adaptar, o prazo concedido é até 31 de dezembro de 2017. Será esta a data limite para você cessar o seu equipamento de cupom fiscal, a sua impressora fiscal (ECF). E ressaltando que a partir de 01 de janeiro de 2018 será obrigatório utilizar a NFC-e.

Caso você não ainda tenha impressora fiscal, recomendo fortemente que você procure se adaptar imediatamente a NFC-e, pois, além da diferença de preços entre as impressoras serem acima de R$ 1.200,00, você já estará de acordo com as novas exigências e não terá que se preocupar tão cedo com essas mudanças que causam tanto impacto e necessitam de investimento que somos obrigados a seguir.

Qual a data limite para se adaptar?

CNAE

Data limite

4731-8/00 – Comércio varejista de combustíveis para veículos automotores

01 de janeiro de 2017

4732-6/00 – Comércio varejista de lubrificantes

01 de janeiro de 2017

Contribuintes inscritos no CCE ( Cadastro de Contribuintes do Estado )

01 de janeiro de 2017

Todos os outros contribuintes, exceto optantes pelo simples

01 de julho de 2017

Todos os outros contribuintes, optantes pelo simples

01 de janeiro de 2018

Uma outra informação extremamente relevante é o prazo para a cessação da impressora fiscal. Antes de falar dele você deve estar se perguntando, o que é cessar uma impressora fiscal?

É efetivamente fazer com que ela seja inutilizada, ou não esteja apta, para a impressão de novos cupons fiscais. Para que isto aconteça existe um procedimento específico.

A data limite para solicitar a cessação da impressora fiscal é 31 de janeiro de 2018, ou seja, independentemente do seu CNAE, sé é optante pelo simples ou não você deve se planejar e o seu limite é este.

Ah sim, antes que eu esqueça se você por acaso emita manualmente a nota fiscal, modelo A ou 1-A e também as notas fiscais ao consumidor modelo 2, e tem no seu comércio a impressora fiscal ou não – obrigatoriamente você terá mais cedo ou tarde que se adaptar à Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica em Goiás. Quando isto acontecer você não poderá mais usar os seus blocos antigos. As notas e os blocos soltos ou notas contínuas ainda disponíveis deverão ser apresentados em 30 dias corridos à delegacia regional de fiscalização da sua circunscrição.

Para mais detalhes sobre a lei que exige o uso da Nfc-e a partir de janeiro de 2018, clique AQUI.

 

Nova lei trabalhista: saiba quais são as principais mudanças

As mudanças foram discutidas e aprovadas na reforma trabalhista. Essas mudanças afetam o cotidiano das relações trabalhistas, pois alteram pontos como férias, jornada de trabalho, remuneração, além de implantar e regulamentar novas modalidades de trabalho, como o trabalho remoto – home office – e o trabalho intermitente.

Especialistas alertam que empregados e empresas devem ficar atentos às alterações que virão nos novos contratos assinados a partir do dia 11.

O advogado Ricardo Pereira de Freitas Guimarães, doutor em Direito do Trabalho e professor da pós-graduação da PUC-SP, avalia que, apesar de empresas e trabalhadores já estarem cientes das mudanças desde julho, os efeitos da reforma serão sentidos nos próximos meses, no cotidiano da relação.

“Apesar de considerar a reforma inconstitucional, é importante destacar que determinados direitos dos trabalhadores não serão afetados, pois são direitos constitucionais, como o recebimento do FGTS; os 30 dias de férias; o descanso semanal remunerado e o 13.º salário”, afirma Guimarães.

Antonio Carlos Aguiar, mestre em Direito do Trabalho, diretor do Instituto Mundo do Trabalho e professor da Fundação Santo André, observa que a nova lei tem pontos positivos, mas deixa lacunas que devem ir parar nos tribunais. “Temos pontos positivos, que esclarecem e melhoram entendimentos, como, por exemplo, a questão relacionada a grupo econômico e à limitação temporal e contratual dos ex-sócios. Possibilidade da divisão de férias para os maiores de 50 anos, que pela legislação atual é proibida”, destaca.

Aguiar cita alguns pontos polêmicos da reforma que, em sua avaliação, devem parar no Judiciário. “Por exemplo, a jornada de 12×36 sem estabelecimento de limitadores. Será para qualquer atividade? Sem contrapartidas? E sem necessidade de autorização para casos de trabalho insalubre?”

“Além, disso, segue Antonio Carlos Aguiar, ‘a prorrogação de jornada (horas extras) em ambientes insalubres por meio de negociação coletiva, sem autorização expressa, deverá provocar uma série de problemas relacionados à saúde do trabalhador”, alerta.

O especialista em Direito e Processo do Trabalho Danilo Pieri Pereira, sócio do Baraldi Mélega Advogados, destaca que alguns pontos da nova lei poderão ser colocados logo em prática a partir do dia 11. “O período que o empregado gasta no trajeto de casa até o trabalho não será mais computado na jornada. Isso valerá de imediato. Já outros pontos precisarão ser negociados caso a caso, como o fracionamento das férias, o uso do banco de horas, entre outros”, pontua.

Umas das discussões mais polêmicas e que, segundo os especialistas, deverá provocar uma série de conflitos é a questão da prevalência do negociado sobre o legislado.

O texto prevê que a negociação entre empresas e trabalhadores prevalecerá sobre a lei em pontos como parcelamento das férias, flexibilização da jornada, participação nos lucros e resultados, intervalo, plano de cargos e salários, banco de horas, remuneração por produtividade e trabalho remoto.

Na avaliação do advogado Paulo Lemgruber, do escritório Roberto Caldas, Mauro Menezes & Advogados, os sindicatos e as empresas poderão estabelecer, pela via da negociação coletiva, condições de trabalho diferentes daquelas previstas em lei.

“E essas condições poderão não estar necessariamente em um patamar melhor para os trabalhadores, em matéria de parcelamento de férias, cumprimento da jornada de trabalho, participação nos lucros e resultados, tempo de deslocamento até o local de trabalho, intervalo intrajornada, prazo de validade dos acordos e convenções coletivas, plano de cargos e salários, regulamento empresarial, banco de horas, trabalho remoto, remuneração por produtividade e registro da jornada de trabalho”, alerta Lemgruber.

A novidade, segundo o advogado, será permitir que ‘direitos trabalhistas previstos na legislação atual, não apenas na CLT, pois há leis esparsas, possam ser substituídos ou até suprimidos mediante negociação coletiva entre empresas e sindicatos’.

Danilo Pieri alerta que pontos como FGTS, salário mínimo, 13.º salário, seguro-desemprego, benefícios previdenciários, licença-maternidade e normas relativas à segurança e saúde do trabalhador não podem entrar na negociação.

Diversos pontos, agora, serão negociados diretamente entre empresas e trabalhadores.

Entre eles, o parcelamento das férias.

De acordo com o advogado Ruslan Stuchi, empresa e trabalhador deverão negociar a divisão das férias em até três períodos. “Pela nova lei, um dos períodos não poderá ser inferior a 14 dias corridos e os demais não poderão ser inferiores a cinco dias corridos”, avisa o especialista.

De acordo com Stuchi, deve ser negociada ainda entre as partes a adoção do regime de tempo parcial de trabalho.

A duração passará a ser de até 30 horas semanais, sem possibilidade de horas extras semanais, ou de 26 horas semanais ou menos, com até seis horas extras, pagas com acréscimo de 50%.

Danilo Pieri cita que poderá ser negociada entre empregadores e empregados a jornada de 12 horas de trabalho intercalada por 36 horas de descanso.

Antonio Carlos Aguiar afirma que poderá ser negociada ainda a rescisão contratual por acordo, com pagamento de metade do aviso prévio e metade da multa de 40% sobre o saldo do FGTS.

O empregado poderá ainda movimentar até 80% do valor depositado pela empresa na conta do FGTS, mas não terá direito ao seguro-desemprego.

A advogada Mayara Rodrigues, do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados, cita também o banco de horas. “A reforma permite que as partes se entendam por acordo individual escrito para a utilização do banco de horas, desde que a compensação ocorra no período máximo de seis meses”.

Sindicatos. Já outros pontos aprovados na reforma irão necessitar da negociação entre empresas e sindicatos, como redução do intervalo do almoço, Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e troca de feriados, entre outros, destacam especialistas.

Mayara Rodrigues diz que a PLR deve ser negociada entre as empresas e os sindicatos para entrar em vigor. “Direitos como Participação nos Lucros e Resultados, plano de cargos e salários, banco de horas, teletrabalho, regime de sobreaviso e trabalho intermitente, adesão ao programa seguro desemprego, troca do dia do feriado, enquadramento do grau de insalubridade, entre outros podem ser negociados com os sindicatos”, observa.

Ruslam Stuchi acredita que a negociação com o sindicato será necessária quando houver alguma estruturação em relação a uma grande quantidade de trabalhadores.

Para o advogado, as entidades sindicais ainda continuarão com seu papel de fiscalização. Stuchi salienta que os acordos coletivos já fechados continuam valendo e só poderão ser alterados ao fim do prazo do acordo, com base nas novas regras.

O professor Antonio Carlos Aguiar diz que a nova lei prevê que as indenizações do Plano de Demissão Voluntária (PDV) e os acordos anuais dando quitação dos contratos individuais de trabalho serão negociados entre empresas e sindicatos, assim como os reajustes de salário na data-base.

Home office. O home office, ou trabalho remoto ou teletrabalho, passa a ser regulamentado e poderá ser proposto pelo empregador ao funcionário, segundo o advogado Roberto Hadid, do escritório Yamazaki, Calazans e Vieira Dias Advogados.

Em caso de acordo, a modalidade deverá então ser regulamentada em contrato de trabalho.

Quem já trabalha em sistema de teletrabalho também precisará fazer aditivo contratual. O home office poderá ser implantado após acordo entre as empresas e os sindicatos.

Pontos importantes da nova lei trabalhista, segundo os especialistas

– Direitos garantidos: Não podem ser alterados e nem negociados os direitos relativos ao pagamento do FGTS, o recebimento do salário-mínimo e 13.º salário, seguro-desemprego, repouso semanal remunerado e as normas de saúde, higiene e segurança do trabalho previstas em lei ou em normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho, além das regras sobre a aposentadoria, salário-família, licença-maternidade com a duração mínima de cento e vinte dias, licença-paternidade, entre outras.

– Férias: Continua sendo de 30 dias anuais; entretanto, se houver acordo entre trabalhadores e empresários, pode ser dividida em até três vezes, desde que um dos períodos seja de 14 dias corridos e, os demais, cinco dias corridos.

– Tempo de percurso no transporte e horas trabalhadas: Pela Reforma Trabalhista, o tempo gasto pelo trabalhador no percurso para se chegar ao local de trabalho ou no retorno para casa não poderá mais ser computado como parte da jornada de trabalho, independentemente do meio de transporte usado, mesmo o local de trabalho sendo de difícil acesso.

– Intervalo de almoço: O intervalo dentro da jornada de trabalho poderá ser negociado, desde que tenha pelo menos 30 minutos. Se o empregador não conceder intervalo mínimo para almoço ou for parcial, a indenização será de 50% do valor da hora normal de trabalho apenas sobre o tempo não concedido em vez de todo o tempo de intervalo devido.

– Contribuição sindical: A contribuição sindical não será mais obrigatória. Agora, o pagamento será opcional.

– Registro em Carteira de Trabalho: A nova regra prevê o aumento da multa por empregado não registrado pelo empresário para R$ 3 mil. Nos casos de microempresa e empresa de pequeno porte a multa será de R$ 800 por funcionário.

– Ações na Justiça: A nova lei altera algumas regras para o ingresso de ação na Justiça do Trabalho. Por exemplo, limita valor a ser pleiteado pelo trabalhador, estabelecendo teto para alguns pedidos de indenização. Ofensas graves cometidas por empregadores devem ser de, no máximo, 50 vezes o último salário contratual de quem foi ofendido. O trabalhador também poderá ter que indenizar a empresa em caso de pedidos de má-fé ou negados pelo Judiciário.

– Demissão consensual: Trabalhadores e empresas poderão optar pela demissão em comum acordo. Por esse novo mecanismo, a multa de 40% do FGTS será reduzida para 20%, e o aviso prévio ficará restrito a 15 dias. Além disso, o trabalhador pode sacar somente 80% do Fundo de Garantia, mas perde o direito de receber o seguro-desemprego.

Novo ransomware (Vírus) está causando problemas na Europa e nos Estados Unidos

Um novo ataque de ransomware chamado de “Bad Rabbit” está varrendo a Rússia e a Ucrânia, entre outros países do Leste Europeu, de acordo com várias notícias locais.

Ainda é cedo demais para dizer o alcance do ataque ou todos que foram atingidos até agora, mas uma série de relatos de ataques à infraestrutura e ao transporte ucranianos fizeram soar os alarmes.

A firma de cibersegurança russa Group-IB relata que pelo menos três veículos de imprensa russos foram atacados, contando também “instituições estatais e objetos estratégicos na Ucrânia como vítimas”. A firma contou à Motherboard que um aeroporto em Odessa, o metrô de Kiev e o ministério da Infraestrutura da Ucrânia foram todos afetados por um “novo ciberataque em massa”.

A agência de notícias russa Interfax anunciou no Twitter que estava trabalhando para restaurar seus sistemas depois de os hackers derrubarem seus servidores.

Uma vez infectadas, as vítimas eram redirecionadas a um site escondido por Tor em que um resgate de 0,05 bitcoins (cerca de R$ 911 na cotação atual) era exigido. Se não for pago dentro de aproximadamente 40 horas, o custo para descriptografar os dados perdidos aumenta. A mensagem de resgate, em fonte vermelha sobre um fundo preto, parece ser similar àquela usada nos ataques do NotPetya em junho deste ano.

De acordo com a Kaspersky Lab, de Moscou, as infecções de Bad Rabbit foram detectadas também na Turquia e na Alemanha. “Baseado em nossa investigação, esse é um ataque direcionado contra redes corporativas, usando métodos parecidos àqueles usados no ataque do [NotPetya]”, afirmou a empresa. “Entretanto, não podemos confirmar que ele esteja relacionado ao NotPetya. Vamos continuar nossa investigação.”

A firma de cibersegurança eslovaca ESET disse em um post de blog que o ataque aos sistemas do metrô de Kiev foram uma variante do ransomware Petya, no qual o NotPetya também foi baseado — embora o NotPetya tenha sido determinado posteriormente como um malware wiper, projetado para danificar dados permanentemente, e não coletar resgates.

De acordo com a ESET, o ataque também se espalhou pela Bulgária e outros países.

O Bad Rabbit se espalhou para a Polônia e a Coreia do Sul. A US-CERT aconselhou que aqueles infectados não paguem o resgate, dizendo que “não garante que o acesso será restaurado”. Em um comunicado, o vice-presidente da CrowdStrike, Adam Meyers, disse que as infecções parecer ter surgido do site russo argumentiru.com, de notícias e fofocas de celebridade.

Apesar dos rumores, a Talos relata que não há sinal do Bad Rabbit estar usando a brecha do EternalBlue anteriormente usada pelo WannaCry.